quinta-feira, 31 de julho de 2008

Hds externos diferentes


Se você precisa de um HD externo você tem duas opções: comprar um por um preço absurdo ou montar o seu. Calma, nem todo mundo precisa de um Marcelão por perto para isso (P.I. – piada interna só entendida pelos 12 fieis leitores do blog). Montar um HD externo está super simples. Compre o HD com a capacidade que quiser, compre o case e, pimba, está pronto. Sério, simples assim. Se você não precisa de um HD externo ainda assim vai querer ter um depois de ver os cases abaixo.Produzidos em acrílico e com ventiladores instalados. Os divertidos cases são inspirados em marcas e embalagens famosas e vira, imediatamente, sonho de consume de qualquer geek. E o que é interessante é que eles foram criados por designers brasileiros. Custam de R$290,00 a R$840,00.

Como falar com seu público


Existe uma estória bonitinha que os professores de comunicação costumam contar.

Numa grande cidade havia um pobre cego, sentado numa rua movimentada, que, como de costume de todos os outros que precisavam se submeter a pedir esmolas para sobreviver, estendia a sua frente uma plaquinha e um chapéu.

Na plaquinha estava escrito “Sou cego, me dê uma esmolinha”. Um dia um jovem publicitário, passando por ali, parou e observou o pobre cego. Apesar da plaquinha e de sua figura triste as pessoas pareciam ignorar completamente sua necessidade. Iam e viam e pareciam não perceber, ali, na calçada, o pobre pedinte.

O publicitário aproximou-se do cego e delicadamente o perguntou se podia fazer uma mudança no texto de sua placa. O cego, feliz por ter alguém com quem falar, mesmo que por alguns instantes, logo concordou com uma breve aceno. Enquanto falavam sobre amenidades o publicitário escreveu um novo texto na placa do cego, se despediu e foi trabalhar.

Ao fim do dia, voltando para casa, passou novamente pelo cego e o cumprimentou. O mendigo prontamente reconheceu a voz do rapaz e, rapidamente, o questionou sobre o que ele havia escrito na placa. ”Me sento aqui, neste mesmo lugar, durante todo dia fazem muitos anos e nunca, nunca, recebi tanta esmola quanto hoje. Hoje as pessoas chegaram a parar pra conversar comigo, me deram, além de ajuda financeira, atenção.” comentou impressionado. “O que você escreveu na placa, afinal?” perguntou. O publicitário então respondeu. Na placa ele havia escrito “A primavera está chegando e não poderei apreciar a beleza das flores e suas cores”.

Uma bonita historia para ilustrar a importância de como a forma de se transmitir uma informação pode influenciar o seu target, ajudando a atingir seus objetivos.

Mas e se o target do pobre mendigo fossem os geeks e nerds? O que o publicitário teria escrito na placa? Abaixo algumas sugestões.


Codificarei código HTML por comida


Jedi sem teto.


Substituído por imagem em computação gráfica,ajude por favor!


Viajante do tempo. Ajudem. Preciso de dinheiro para um novo capacitor de fluxo.


Ajude-me, sou um veterano incapacitado da Guerra dos Clones, preciso de dinheiro para construir a estrela da morte (na placa está escrito Deth, ou o cara não era um nerd de verdade ou era analfaburro).

Lost Boys 2, the tribes


O primeiro Lost Boy, de 1987, marcou toda uma geração. Naqueles idos tempos o cinema, assim como a música, parecia transitar por uma fase que eu, particularmente, chamaria de ingênua, descomprometida da defesa de bandeiras e do praguimatismo bobo que hoje afunda muitos filmes. Era diversão pura e simples e por isso acertava com tanta freqüência. Eram realmente outros tempos. Contando com a participação de Kiefer Shuterland (24 horas) e Jason Patrick (Velocidade Máxima 2), inicio de carreira, e de Corey Haim e Corey Feldman, atores juvenis mais badalados da época, o primeiro Lost Boys mistura aventura, ação, terror (?) e suspense na medida certa. Junto com Goonies, De volta para o futuro e Curtindo a vida adoidado esteve entre os meus filmes preferidos, sendo visto e revisto em todas as Sessões da Tarde que pude ver. Infelizmente a continuação foi atingida pela maldição da continuação. Fracasso total.





Garotos perdidos 2, a tribo**

Lost Boys 2, the tribes, EUA, 2008
Duração: 94 min.
Gênero: Ação, Terror, Suspense
Distribuidora: Hollywood Media Bridge
Direção: P.J. Pisce
Roteiro: Janice Fisher e James Jeremias
Elenco: Corey Feldman e uma tropa de desconhecidos

Confesso que comecei a assistir ao filme com uma tremenda sensação de tempo perdido. Um sacrifício que tive que fazer por vocês, meus 12 queridos leitores. Tive que me concentrar para não ser influenciado pela expectativa da maldição do 2. Eu tentei, juro que tentei. Vi até o finzinho. E não vi nada da mística criada no primeiro filme. Nada. O que pensar de um filme onde os vampiros se divertem esfaqueando uma ao outro, rindo enquanto seguram as tripas?

O terror é bobo demais para os tempos onde Jigsaw é quase um herói. O suspense? Inexistente. A ação é pífia (via mais ação em um episódio de Buffy, acreditem). A comédia... bom, o filme é uma comédia (e não estou elogiando). O aguardado encontro dos dois Coreys não acontece durante o filme (não, não é um SPOLIER. Seria se você fosse ver o filme mas você é uma pessoa inteligente, que confia em minha opinião e não vai vê-lo, não é?). Vá por mim, espere passar no corujão e assista numa noite insone. Com certeza vai lhe ajudar a dormir.

Efeitos especiais bem utilizados na propaganda


O novo comercial da JWT de londres para a Trident enche os olhos com uma série de efeitos especiais muito bem planejados e executados. Confiram aí.




Vi no Bicho de Goiaba.

Se incomoda se eu fumar?


Pra não perder mais tempo respondendo esta imbecilidade vou mandar produzir este botton. Isso vai me poupar de fazer aquela velha pergunta: quer que eu desenhe a resposta?



Não, eu não quero compartilhar seu câncer.

Eu vou rir por último - ou crônicas de um banguela


Sabe aquela máxima que diz que quem ri por ultimo ri melhor? Eu nunca desejei tanto que ela fosse verdade. Eu, sem dúvida, vou ser o ultimo a rir. E eu entendi a piada, quer dizer, percebi que pra vocês pode ser uma piada, pra mim não tem a menor graça. Falem o que quiser, não há nada de engraçado em ficar banguelo do dente da frente, porra!


E aí? Já pararam de rir da desgraça alheia? Eu entendo... Imaginar o babaca aqui com cara de Seu Creyson não tem preço, NE? Vai, manda pra promoção da Mastercard. Quem saber você não ganha um prêmio.

Cerca de 24 anos atrás, minha querida irmã, num ato comum as crianças (crianças como nosso querido Damien), me empurrou numa piscina vazia. Devido ao peso de minha cabeça eu fui lançado de cara. Dente partido. Se tiverem a oportunidade de ver alguma foto minha daqueles dias vão entender meu desespero. As chances de pegar mulher na adolescência, que já pareciam distantes, tinham ficado completamente impossíveis com um dente da frente pela metade. “Ah, mas agora você vai ficar bem melhor fantasiado para o São João” disse a meliante sangue do meu sangue, querendo diminuir a sua responsabilidade pela agora eterna virgindade do irmão.

E Eden foi ao dentista, superando um trauma (meu primeiro dentista, escolhido por minha vó, era um tenente da aeronáutica que fazia um precinho especial e realizava seus fetiches sádicos odontológicos em pobres crianças netos de vós econômicas. Está doendo? EShThÁ! Agüente firme, SEU BIZONHO! Deixe de ser MARICAS!). Graças a Deus a nova dentista tinha mãos de fada e fez meu primeiro canal quando eu tinha 8 anos. Eu senti aquela lima cavucando o interior de meu cérebro, mas senti com todo carinho do mundo. Ganhei meu pirulito no fim do canal (naquele tempo ela já dominava a técnica de fidelização do cliente, garantindo física e psicologicamente minha volta no futuro). Estava tudo bem até eu olhar no espelho. Eu havia me tornado o mandíbula!

Um anel de platina havia sido colocado no meu dente da frente. Nada de sorriso pra você, Eden. Abrir a boca significava ofuscar alguém, sair em fotos só de boca fechada, sob risco de refletir o flash. Pelo menos nessa época deixei de ser chamado de cabeção. As crianças passaram a ter apelidos ainda mais maldosos para mim. Tonhão dente de lata, mandíbula, boca de metal, Zé do bicho e alguns outros que, desculpem minha sensibilidade, mas prefiro não lembrar. Mas aquilo não demorou tanto e a platina foi retirada e eu podia sorrir novamente, ao menos pelos próximos 24 anos.

Pouco tempo atrás sofri uma fratura no dente da frente, Existem várias versões sobre o fato. A heróica diz que foi num soco que levei enquanto salvava uma senhora de ser assaltada por ladrões. A sexual diz que foi praticando incansável sexo oral em 16 garotas da playboy. Ao mesmo tempo. A gay diz que foi pagando um boquete num marinheiro violento. O fato é que, uma vez fraturado, ele teria de ser substituído. Devido ao meu trauma passei uns 4 meses com esse dente bambo na boca. Não podia sorrir porque qualquer um percebia claramente que ele estava caindo, maior que o outro. Teve uma hora que tive de superar meu medo. Lá vamos nós de novo.

O dentista tira o dente, sangue pra todo lado, serra, limpa, coloca no lugar e fixa, colando-o nos dois do lado. “É só um paliativo enquanto tua gengiva cicatriza e seguimos o processo de implante. Lembre, não morda nada com esse dente da frente, nada”. Ah, a satisfação de poder sorrir novamente. Nesse dia sorri pra todo mundo. Sorri pro cachorro na rua, sorrio pro mendigo que me pediu dinheiro e sorri pro cara que levou meu relógio. Eu queria era sorrir. Olha, mundo, meu dente não está mais bambo. Realização total. Até a manhã do outro dia.

Devido a minha dieta tenho comido muita, muita fruta. Ao acordar comi uma tangerina e, em seguida, dei início ao processo de desaparecimento de uma pinha. Crack. Ops. O dente soltou. Se antes ele ficava bambo, ainda tinha uma raiz mesmo que estivesse fraturada, agora ele ficava SOLTO. Desespero total. Se essa merda cair vão me ver banguelo, cacete. E se eu engolir? Vou largar um crioulo, olhar pra ele e ele vai olhar pra mim de volta... why so serious? Não, nunca. Fazer um tolete com a cara do sargento Tainha ou do Chico Bento não estava nos meus planos. Pego a agenda e vou desmarcando todos os compromissos do dia. Agora o negócio era a operação “morte a Seu Creyson”. Findo o processo, via e-mail, não podia falar para aquela merda não cair de vez, pergunto a mim mesmo... E agora, quem poderá me ajudar?

- Alheshandhro?
- Quem é?
- Shou eu...
- Oxe cabeça, que voz é essa?
- Mheu dhenthe caiu.

Pausa para os 4 minutos de risadas...

- uhauhauhahuhahuahau... Seu Crayson (eu sabia...) auahuahauhuahauuha
- Chanshou?
- Quase, pera... uhauhahuauahuahuauhhauahuhauhaua. Pronto.
- Bhorha comhigho caxar o denthistha....

A bem da verdade o dente ainda estava ali, meio justo entre os dos lados. Paramos no Shopping, rapidamente, e, enquanto esperávamos a fome bateu forte. Até então estava alimentado apenas por uma tangerina e já eram 14hs. Foda-se a dieta. Cheeseburguer do Mc. Morder nem pensar. Tiro pedaços com a mão e levo a boca, comendo como cachorro, com os dentes de trás. Crack. FODEU.

Alessandro roxo de rir. Eu morrendo de fome. O dente completamente solto. Me levanto.

- Vai onde?

Aponto o banheiro e aponto para o dente enquanto faço alguns ruídos animalescos com a boca.

- Ah, olha – Alessandro para pra respirar entre uma risada e outra – se for mexer cuidado pra o bichinho não descer pela pia.

Vai tomar no cu, Alessandro. Vamos direto pro dentista. Durante todo percurso tenho que tentar responder a centenas de perguntas que Alessandro sacanamente me fez, usando gestos e hum-runs. Filho da puta.

O dentista chegou, Alessandro entrou no consultório devidamente armado com seu celular pronto para registrar toda minha banguelisse. Muito estresse depois abro a boca. O dentista tira o maior sarro, dizendo que toda vez que isso acontece o paciente estava comendo banana, papa ou clara em neve. Milho, roer osso e rapadura nem pensar. Ainda tenho que ouvir isso. Meia hora depois, dente no lugar, volto a sorrir... Inclusive para Alessandro.

Hoje, acordo, peço um ovo. Um ovo mexido. Crack. Aqui estou eu, novamente, escrevendo enquanto espero pra ir pro dentista, segurando essa porra deste dente com a língua e respirando fundo pra não meter super bonder em tudo. Hoje de manhã ninguém vai me ver de boca aberta. Vou ou não ser o último a rir?

UPDATE:

Keli diz:
MEU DEUS

Keli diz:
Estou confusa.

Keli diz:
e nah eh pra ficar????????

Eden diz:
pq vc está assim?

Keli diz:
por causa do teu dente

Eden diz:
nao fique nao, eu sei q é engraçado mesmo

Keli diz:
nah eh Eden

Keli diz:
EU NAH ESTOU RINDO

Keli diz:
juro por Deus

Keli diz:
me coloco no teu lugar

Eden diz:
entao está perdendo uma boa oportunidade

Eden diz:
eu riria muito se pudesse

Eden diz:
se eu rir ele cai

Juro que eu riria.

Corre feito homem, porra!


Quando vi esse vídeo lá no Cardoso fiquei em dúvida se postava em Propaganda ou em Lunga. Em tempos de de policiamento total ao politicamente incorreto o comercial foi rapidamente tirado do ar devido a reclamações de entidades gays. Assistam e vejam uma grande lungada publicitária com a participação do nosso querido Mr. T, o B.A. do Esquadrão classe A.



Divida com os amigos.


Enquanto aqui no Brasil tentam coibir várias formas de propaganda lá fora...


quarta-feira, 30 de julho de 2008

O Monitor que eu PRECISO ter

Eu não me adaptei bem aos monitores LCD. Talvez porque tenha sempre utilizado os mais simples, é verdade, mas sempre tive problemas com correção de cor, fidelidade de imagem e taxas de contraste e brilho. Sei que muita gente que trabalha com propaganda/design/editoração vem reclamando do mesmo problema. Ah, mas por que não compra um monitor melhor? Nem todo mundo pode pagar U$ 15.000,00 em um monitor, não é mesmo?


Finalmente, ouvindo nossas súplicas, a HP apresenta o monitor DreamColor LP2480zx, uma inovação na tecnologia de monitores a cores que promete revolucionar a eficiência na gestão de cor. Sendo o primeiro monitor top de linha do mundo a um preço verdadeiramente acessível, o HP DreamColor LP2480zx oferece pela primeira vez a combinação de cores 30-bit – permitindo a eficácia de uma resolução de mil milhões de cores – numa tela ampla, de cristais líquidos em um display retro iluminado por LED.

O monitor consegue 63x mais cores que a maioria dos monitores LCD disponíveis e oferece um processo de gestão de cor simples e preciso, assegurando consistência de cor, desde a concepção à produção. Vem responder a uma necessidade cada vez mais precisa pela exatidão na cor, nas indústrias de desenvolvimento de jogos, filmes/vídeos, design de produto e outras categorias da área de artes gráficas. O monitor também inclui uma funcionalidade de visualização noturna para o trabalho em condições de pouca visibilidade.

O preço ainda é proibitivo para a grande maioria de nós, U$ 3.499,00 (os americanos também tem a mania do 99), mas a tecnologia deve ser utilizada para novos monitores ainda melhores que os nossos e acessíveis a todos.

Mutant Chronicles - A era da escuridão


Tirando Resident Evil e Tomb Raider, que se tornaram franquias cinematográficas claramente pipoca, e Silent Hill, que se tornou um filme mediano, nenhuma outro roteiro adaptado de games se salvou. Hitman, Mortal Kombat e Final Fantasy ainda valem o tempo que se perde, outros como Super Mario, Double Dragon, Street Figth, Alone in the Dark,Dead or Alive, House of the Dead, Postal, Dungeos Siege (ou qualquer outro de Uwe Boll - qualquer coisa dele é péssima) e cia. Nada presta. Pode atear fogo. Sinceramente espero que os que encontram-se em produção venham melhores. Tekken (em pós-produção), Gear os War (produção), Max Payne (com Mark walberg - em pós-produção), Prince of Persia (com jake Gyllenhaal - em pré-produção) e alguns outros podem resgatar a moral dos filmes adaptados de jogos.

E Mutant Chronicles? Esse não vale nem os R$ 2,00 da locação quando ele sair direto pra vídeo. de tão ruim deve ter deixado Uwe Boll com inveja.



A era da escuridão**

MUTANT CHRONICLES, EUA, 2008
Duração: 111 min.
Gênero: Ação, Aventura, Ficção
Distribuidora: Edward Pressman Films
Direção: Simon Hunter
Roteiro: Philp Eisner
Elenco: Thomas Jane, John Malkovich, Ron Pearlman

Como boa parte de vocês eu costumo checar um filme no IMBD antes de dar uma chance a ele. Infelizmente isso não vem funcionando com frequência. Acredito que as distribuidoras/diretores/produtores estão comprando opniões e votos. Só isso explicaria um filme como esse com nota 5.8 e resenhas tão positivas. Ou, uma segunda possibilidade, existe uma conspiração para destruir... ahm... deixa a primeira mesmo. Navalha de Occam, a explicação mais simples é a correta (Eden é cultura e acompanha Eureka).

O tenho a dizer sobre o filme? Ron Perlman, volte a franquia Hellboy. John Malkovich, que péssimo hábito de não escolher o que vai filmar. Você é um ator competente, saia dessa de fazer qualquer merda por dinheiro. Thomas Jane, cara, malhe menos, leia mais roteiros, ainda não foi desta vez. Fotografia suja e primária, roteiro raso e cheio de furos, direção amadora. No mais me recuso a comentar qualquer outro aspecto desta bomba.

Outra chance para o Wii


Eu comprei um Wii. Nunca fui muito fã da Nintendo, nem de suas franquias (podem jogar pedras) mas comprei um Wii. Porque? Pela novidade, pra jogar de um jeito diferente. O resultado? De volta ao xbox 360. A experiência proporcionada pelo Wii não seduziu um hardcore gamer como eu. Foi divertida por alguns dias mas logo cansou.

Mas realmente acredito que o Wii tenha um grande potencial, apesar da infinitamente menor capacidade gráfica de seu hardware (mas que é melhor que o PS2). Enquanto a Nitendo e os desenvolvedores ainda não descobrem como chegar lá pessoas do mundo todo, por conta própria, pesquisam e desenvolvem novas formas de utilizar o sistema de controle do Wii, o wiimote, para descobrir novas formas de interagir com o console (e até com outros hardwares).

Assistam o vídeo abaixo e imaginem o que o pessoal da Nitendo pensou ao ver Johnny Lee desenvolver algo assim. Imagino que tenha sido algo como "Cacete, como não pensamos nisso antes?". E ai, desenvolvedores, vou poder dar outra chance ao Wii?

Chico Butico

Uma versão em vídeo de uma das melhores pegadinhas do Mução. Eu posso assistir mil vezes e vou rir cada uma delas.

Solange is Back

A nossa amiga Solange, conhecida como a mulher remix, está de volta.



Ri no Banda Podre.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Da série "Uma imagem vale por mil palavras"


Uma palavra apenas: F-O-D-A-S.






Admirei no Bobagento.

O Pai Mei de Boteco, Thiago Madureira


Quando criei esta coluna estava disposto a falar sobre alguns dos bizonhos que conheci durante meus quase 33 anos de vida. Quando comecei a relacionar os possíveis candidatos Thiago Madureira apareceu como primeiro da lista. Ah, mas Thiago é um fofo, dirão algumas. Meninas, acalmem-se. Quando chamo alguém de bizonho apenas afirmo que o elemento em questão possui características únicas. Ou seja, trata-se de uma figura interessante do ponto de vista “conteporaneocomediocultural”. Ah, e vocês podem achar o que quiserem mas Thiago é um OGRO.

O que dizer de um individuo cujo apelido mais conhecido é barata? Isso mesmo, barata. A origem do apelido já virou lenda urbana e só saberemos a verdade quando cruzarmos a ultima fronteira, lá nos livros de são Pedro, em um capitulo com uma tarja vermelha em cima dizendo “censurado”. Será que era pelo fato dele só se vestir de preto quando adolescente (é, meninas, Thiago foi um dos precusores do movimento EMO)? Será que seria pelo fato dele não tomar banho por dias e dias e dias afins? Ou porque ele seria o único sobrevivente do holocausto nuclear? Quem souber... morre.

O fato é que conheci Thiago ainda no colégio Santa Maria. Um guri com cara de tapado que naquele tempo praticamente morava nos fliperamas da cidade. Thiago estava para fliperama como delírio estava para festas. Não interessa em que fliperama você fosse, ele estava lá. Ele é a prova viva de que deslocamento temporal é possível. Chato pra caralho, enchia o saco atrás da última vida. “Ah, me dá a última vida aí, vai”, “Poxa, tu ta quase morrendo, deixa eu terminar aí”. Olhando para a cara remelenta e pidona dele algumas vezes um desafortunado se condoia do pobre viciado e cedia alguns pontos de vida. “Ah, três pontos de vida, ele morre logo eu boto outra ficha pra voltar a jogar”. Ilusão. O filho da puta zerava o jogo com os três pontinhos de vida, você ficava com cara de bimba murcha, esperando meia hora para jogar e depois ainda tinha que o ver agradecer com um sorrisinho sacana e ir pegar outro otário. Naquele tempo ainda podíamos dar uns cascudos nele.

Hoje está complicado. Thiago tem a compleição física que o remete a uma figura memorável do universo quadrinhistico (calma, Madureira, eu não vou cita o Blob), trata-se tão somente da personificação moderna de Obelix, um dos destemidos e irredutivéis gauleses. Só que Thiago não caiu no caldeirão de poção quando pequeno. Ele caiu em um caldeirão de Chantinon B12 com Engov. Isso vem protegendo o fígado de Thiago dos constantes desafios que ele impõe ao coitado, em suas lutas homéricas conta os romanos, ops, contra cervejas, vodkas, whisky, rum, malibu, ki suco com pinga e Cia. Quando se trata de cana podemos afirmar que ele é eclético, que não tem nenhum tipo de preconceito. A queda no caldeirão o mantém vivo e bem até os dias de hoje. Por se tratar de um highlander dos barzinhos Thiago pôde, com muito treino, estudo e preparação, desenvolver habilidades únicas que o possibilitaram ganhar o mais alto titulo de pé redondo que existe: Pai Mei de Boteco. Uma honraria geralmente só concedida de forma póstuma. A falecidos por cirrose. Uma de suas habilidades o permite fazer desaparecer o sagrado líquido de um copo de cerveja americano num passe de mágica. Está lá. Não está mais. Quem souber pra onde foi... morre. Com esse truque (não chamo de mágica porque sou um cético) ele embebeda os incautos e toma dinheiro dos otários apostando quem vira um copo americano mais rápido – os meus 12 leitores você não engana mais, Barata.

Mas, algumas parcas vezes, nem todo Chantinon e Engov são suficientes. Quando a batalha é muito dura nosso herói algumas vezes sai abalado. Coitado dos garçons. Estes pobres são obrigados a tentar colocar o ogro pra fora enquanto ele, aos brados, exige tomar, por conta da casa, a saideira, a expulsadeira e todas as “eiras” que ele conseguir formular enquanto é empurrado pra fora do bar (D. Maria, se seu marido é garçom e está chegando em casa as 10h da manhã dizendo que estava trabalhando... ele pode estar dizendo a verdade. Procure saber se Thiago Barata está freqüentando o estabelecimento onde seu marido trabalha. Isso pode salvar seu casamento). Coitado dos amigos que tem que arrastar aquele armário para o carro (ou buscar ele no centro do Recife, perdido, dormindo no próprio carro enquanto espera o resgate – mas isso antes da lei seca). Coitado dos amigos que tem que se apoiar com as costas na porta do motorista e, apertados entre o banco e a direção, usar os dois pés para empurrar ele pra fora do carro enquanto ele se segura, se negando a descer (apesar de ser 5h da manhã) exigindo que devolvamos seu sanduíche, que ele comeu ainda na lanchonete. Coitado de quem tem que ver ele de cueca, abandonado sobre o sofá até o outro dia. Mas nosso herói ainda assim sobrevive para lutar outro dia. Segundo ele a bebida é sua maior inimiga mas um homem que foge de seus inimigos é um covarde.

A vida boemia trás consigo benefícios, entre eles, segundo Thiago, as habilidades necessárias para o tornar um grande, literalmente, sedutor. Apresente uma amiga e ele chegará de mansinho, blasé, e olhará para a menina com o canto dos olhos enquanto pergunta, a você e não a ela,"e ai , funciona?". É ou não é um profundo conhecedor das técnicas de sedução?

Assim como Marcel, bizonho do post anterior, nunca perde uma discussão, ops, debate. Está SEMPRE certo. Felizmente por se tratar de um cara inteligente seus argumentos costumam ser bons o que ao menos valoriza o assunto. Sua opinião a respeito de cinema deve ser observada com cuidado. Depois de saber que ele adorou “The Fountain” eu perdi completamente o respeito por suas capacidades cinéfilas. Agora quando falamos de música e jogos ele é o cara. Se ele der o parecer, pode ir fundo. Não tem erro. Brega, samba, pop, Techno. Um monstro esse Thiago. Se for contar as histórias do tempo em que ele era funcionário de Lan House o post vai ficar imenso. Eu vou deixar ele mesmo escrever sobre este tempo e posto aqui.

Pra fechar quero refutar uma informação sobre nosso amigo Barata. Ele não é grosso. Não é isso. Digamos que o efeito colateral da queda no caldeirão foi deixá-lo com baixa tolerância a perguntas idiotas. Isso o levou a ganhar o posto de moderador do Boa Pentelho e se tornar uma lenda. Um amigo meu simplesmente não falava ao lado de Thiago, morria de medo de levar um toco e ver isso se postado no Boa Pentelho no mesmo dia. Ah, medo bobo, eu mesmo só ganhei uns 8 posts lá. Alguns duplos, é verdade, mas, poxa, um preço pequeno a se pagar para poder apreciar toda sabedoria de nosso mestre Pai Mei.

Pra finalizar: Thiago, lembra daqueles tecos que te dei usando uma desert enquanto você estava chocando as bolas com sua AWP? PATO.

Design divertido


Alexandre Martins, do Ideia Fixa, fez um post super interessante sobre produtos com Design diferenciado. Eu, por ser geek ao extremo (e me considerar um cara divertido) agradeci a Deus por não ter um cartão internacional com um limitezinho a mais. Teria sido o harakiri de minhas já parcas finanças. É complicado ver algo assim aqui no Brasil. Talvez você ache alguma coisa na Imaginarium, talvez na Tok&Stock, mas ainda assim longe de produtos como esses. Até entendo, devido a proporção de possíveis compradores dentro de nosso mercado (A população do Recife é minúscula se comparada com a de São Paulo, por exemplo) e ao preço que este produto chegaria as prateleiras (taxas de importação sux) fica complicado investir em produtos para um mercado tão limitado. Ainda assim sonho com o dia de que abram uma loja voltado ao público geek em nossa terrinha. Para ver o resto dos produtos clique aqui, vale a pena, recomendo demais.

Em busca da viralização


Campanha da Samsung utilizando "ferramentas" na tentativa de atingir a viralização de um de seus novos comerciais. Achei... interessantizinho. E vocês?



Vi no Omedi.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Vá tomar no meio do cu. E ele foi.

Ri no Veio Rosa.

Séries que marcaram minha infância


Começou apenas com uma curiosidade, aliado ao saudosismo e a falta do que fazer. Será que consigo achar alguma imagem de Manimal? Para quem não lembra Manimal era uma série que passava na Globo, onde o personagem principal podia se transformar em alguns animais. O da mão “borbulhante”, lembram? Esse foi o start. Achei Manimal. Aí resolvi procurar por Automan. Achei. Depois Trovão azul, Águia de fogo, Duro na queda. Pra resumir encontrei muito das séries que acompanhei e que lembro com carinho. Selecionei então as minhas preferidas e resolvi dividir com vocês. Cliquem nos títulos para ver os vídeos.

Agente 86


Ele, nosso herói (?) Maxwell Smart, interpretado por Don Adams, combatendo a CAOS com a ajuda da fabulosa 99. Eu me esbaldava com as trapalhadas de Max. Adorava quando ele usava o cone do silêncio ou o sapatofone. A série teve agora um longa recontando sua história que vale a pena ser visto.

Frases marcantes: “Chefe, eu requisito o cone do silêncio”, “O velho truque de...”, “Desculpe por isso, chefe.”

Curiosidades: A Agente 99 inicialmente seria a agente 69 mas a emissora vetou por motivos evidentes.

Águia de fogo


As aventuras de Hawke e Dominic a serviço da “Firma”, pilotando o mais mortífero e moderno helicóptero de combate do mundo. Lembro-me bem de como ficava vidrado quando Hawke baixava o visor do capacete e se preparava para o combate. Algo que me marcou foi o fato de que o Águia de fogo possuía turbina, o que o fazia atingir velocidade super sônica, e rodinhas.

Frases marcantes: “Porque não podemos voar como pilotos normais?”

Curiosidades: O águia de fogo era um Bel 222. Durante as filmagens de um episódio houve um acidente em um cânion onde um dublê faleceu.

Alf


Alf, cujo nome real era Gordon Shumway, vindo do planeta Melmac, cai na garagem de uma família em Los Angeles, mudando a vida deles para sempre. Quem não morreu de rir com esse simpático narigudo? Chova ou faça sol eu estava na frente da televisão, torcendo para que ele comesse o Lucky, o gato de estimação.

Frases marcantes: “Tá limpo!”

Curiosidades: A.L.F. significa Alien Life Form. O nome de todo episódio de ALF também é o nome de uma música.

Anjos da Lei


A série de maior audiência da FOX em sua época e lançou Johnny Deep. Uma equipe de policias trabalhava infiltrada numa escola americana. Adorava o estilo dos caras, com seus cortes de cabelo viajados, brinquinhos na orelha e cheios de bossa.

Frases marcantes: “sem o Jenko nos seriamos As Panteras”

Curiosidades: Brad Pitt fez uma ponta na série. A série era baseada em uma unidade real da policia de Los Angeles.

Armação Ilimitada


Com um humor satírico e surreal Juba, Lula, Zelda e Bacana viviam aventuras em um clima puro anos 80. Uma série que marcou toda uma geração. O visual que misturava quadrinhos com videoclipe era inovador. Ah, malditas tarjas que surgiam toda vez que a Zelda ficava nua.

Frases marcantes: “Juba e Lula, Hooooo!”

Curiosidades: A série foi criada por Kadu Moliterno e André de Biasi. Kadu e André faziam a maior parte das cenas, dispensando dubles.

Automan


Claramente baseado na estética de TRON o seriado Automan nos apresentou um herói diferente, programado para ser o melhor em tudo que fazia. Adorava as curvas em 90 graus e o ver o cursor desenhando o carro, que, de repente, surgia do nada como em um passe de mágica. Pena que a série teve apenas 13 episódios.

Frases marcantes: “Cursor, carro!”, “Você precisa mesmo fazer curvas assim?”, “Você me programou para isso, lembra?”

Curiosidades: Walter, o criador do Automan na série, era, na vida real, filho da comediante Lucille Ball. O nome do Automan, na série, é Agente Man.

Batman


Adam West, como Batman, e Burt Ward, como Robin, marcaram a infância de muito dos marmanjos de hoje em dia. Um Batman barrigudinho e um Robin infantilizado lutavam contra o crime distribuindo sopapos e onomatopéias. Quem não quis ter um telefone vermelho em casa? Quem não quis escorregar por um cano para chegar a seu esconderijo? Quem não quis comer a Mulher Gato? Um dos seriados mais marcantes de minha e de outras gerações.

Frases marcantes: “Santo problema, Batman!”, “Mulher gato, Mulher gato, você nunca vai aprender?”, “Vamos Robin, para a Bat-caverna! Não há um minuto a perder!”, “No mesmo bat-horário, no mesmo bat-canal”

Curiosidades: O batmóvel, construído sobre o chassi de um Ford Futura, custou impressionantes U$ 250.000,00 (um absurdo para aquela época). O busto onde ficava o botão para abrir a Batcaverna era do de Shakespeare

Casal 20


Nunca fui muito fã da série mas tenho que admitir que ela fez parte de minha educação (sim, a minha geração já vinha sendo educada pela TV). Jonathan e Jennifer Hart faziam o casal 20. Ele um milionário, ela escritora, investigadores nas horas vagas. A Série contava ainda com Max, fiel escudeiro da dupla.

Frases marcantes: “Sejam bem vindos de volta, Sr. e Sra. H”

Curiosidades: Na Rede Globo a série chegou a atingir 65 pontos de audiência.

CHIPs


Este foi um dos seriados que ficaram bem registrados. Os patrulheiros Poncharelo e Baker, pilotando suas poderosas kawasakis, pilotavam as rodovias californianas. Episódios com um humor leve onde quase nunca havia violência marcaram a série e conquistaram milhões. Confesso que se até hoje uso Ray-Ban em parte é por culpa deles.

Frases marcantes: “Não, não, Ponch, quando no conhecemos você caiu de uma moto suja”

Curiosidades: Durante a série Erick Estrada, o Poncharelo, sofreu um acidente de moto e passou 5 dias em coma, tendo quase morrido. Os verdadeiros patrulheiros CHIPs não trabalham em duplas.

Dama de ouro


Kate Mahoney, ou Kate Machone, como alguns chamavam, e sua magnum 357 faziam uma dupla e tanto. Inspirada em Dirty Harry, Kate não brincava em serviço e metia bala nos meliantes sem dó. Não foi a toa que virou sinônimo de sapatão aqui no Brasil. A mulher tinha cabelo na venta.

Curiosidades: Armação Ilimitada fez uma paródia, A Dama de Couro, onde Débora Bloch fazia uma policial linha dura. O seriado saiu do ar porque a ABC ficou com receio de ficar marcada pela constante indicação da série como a mais violenta dos EUA.

Duro na Queda


Eu ficava acordado até ver a série. Pronto. Não adiantava minha mãe insistir. Eu já era fã de Lee Majors desde o Homem de Seis Milhões de Dólares. Adorava ver Colt Seavers, pilotando sua imensa caminhonete, com uma águia pintada no capô, em companhia de seu primo. O cara era dublê profissional e caçador de recompensas nas horas vagas.

Curiosidades: Por ser tratar de um dublê Colt costumava encontrar nos estúdios vários artistas gravando filmes, inclusive Tom Selleck. Lee cantava a música de abertura da série.

Elo perdido


Hoje quem assiste pode achar o cumulo da tosquice mas quando guri eu achava o máximo ver os dinossauros do Elo perdido. Gostava dos Marshals, tinha medo dos Sleestaks. E odiava aquele macaco peludo e cabeçudo chamado Cha-Ka. Odiava mais ainda quando ME chamavam de Cha-ka.

Frases marcantes: “Cha-ka não sabe”

Curiosidades: A primeira temporada da série foi um tremendo sucesso mas a infantilização das temporadas seguintes terminou por afundar a série. Vários pais reclamavam que os filhos tinham pesadelos com os Slestaaks

Esquadrão Classe A


As aventuras de Hannibal, Cara-de-pau, B.A e Murdock a bordo de seu furgão preto. Militares fugitivos, foram presos por um crime que não cometeram, viviam como mercenários. Um de meus preferidos, sem dúvida.

Frases marcantes: “Eu não vou voar, Hannibal!”, “Eu adoro quando um plano dá certo”, “Cala a boca, imbecil”, “Eu vou matar o Murdock!”

Curiosidades: Na versão italiana B.A. é chamado de P.E. – péssimo elemento.

Em breve, mais séries (continuação AQUI).

Apanhe a lata se não...


Gordon Freeman (satisfeito agora, Madureira?) é um cara legal. Mas quando quer é grosso feito os pés da burra. Gosto dele ainda mais agora que sei que ele é um dos nossos.



Nerd é uma raça chata do caralho. Madureira está pra um nerd como Pai Mei está para Daniel Larusso.

Como viralizar uma canção


Chris Blake compôs uma nova música e para fazer seu clipe ele teve uma idéia que eu, pessoalmente, considero genial. Ele deu uma pesquisada na net por "maiores arrependimentos" e fez o clipe com as respostas que encontrou. O resultado ficou fascinante. Ora divertido, ora deprimente mas sempre curioso.

Gay, Richard Gay.

Um funcionário da Ansett Australia (companhia aérea), que por uma infelicidade do destino tem como ultimo nome Gay, pegou um vôo utilizando-se da oferta de “vôo gratuito” para funcionários. Ao chegar ao seu lugar Sr. Gay encontrou um passageiro ocupando-o. Para não causar nenhum tipo de confusão ele simplesmente escolheu outro assento. O que o Sr. Gay (eita nominho) não sabia é que outro avião da companhia havia sofrido uma pane mecânica ainda em solo e seus passageiros haviam sido transferidos para vários outros vôos (igualzinho aqui no Brasil) para poder seguir viagem. Alguns deles foram então encaminhados para o avião do Sr. Gay. Como era de se esperar qualquer um que não estivesse de fato pagando a passagem seria colocado para fora.

Assim sendo alguns funcionários da Ansett, munidos de uma listagem com o nome e a poltrona destes passageiros, sairiam solicitando seu desembarque para poderem acomodar os pagantes. Como vocês lembram o Senhor Gay não se encontrava em seu assento. Quando a funcionária chegou ao assento onde o Senhor Gay deveria estar e o abordou o dizendo “O Senhor é Gay?”. O passageiro, constrangido a fitou sem resposta. Ela emendou “O Senhor Terá que desembarcar, por favor,”. O Senhor Gay, o de nome e não de vocação, percebendo a confusão resolveu intervir. “Ei, você pegou o cara errado, eu sou o Gay!”. Nesta mesma hora um terceiro passageiro levantou-se e gritou “Cacete, eu sou gay também. Eles não podem nos expulsar do avião”. Estava feita a confusão.

New York Times

Não, não fui eu.

Jovem cego é preso por dirigir bêbado.

WANTED - procurado

Não é fácil adaptar quadrinhos pro cinema. Acredito que seja realmente uma tarefa inglória. O que? Você não sabia que WANTED é uma adaptação de quadrinhos? Sim, ele é. É adaptado da série homônima, escrita por Mark Millar (uma das mentes mais doentias do universo dos quadrinhos), desenhada por J. G. Jones e publicada nos EUA pela Top Cow entre 2003 e 2004. Bom, voltemos ao assunto. Além do fato de ter que ajustar uma história originalmente publicada em vários capítulos em apenas duas horas de filme, o roteirista ainda enfrenta o maniqueísmo dos estúdios que força modificações na história original para deixá-la mais comercial. Infelizmente WANTED passa por isso. Felizmente ainda assim eles acertam na mão.




Procurado *****

WANTED, EUA, 2008
Duração: 108 min.
Gênero: Ação
Distribuidora: Paramount Filmes
Direção: Timur Bekmambetov
Roteiro: Michael Brandt
Elenco: James McAvoy, Morgan Freeman, Angelina Jolie, Common e Kristen Hager.

Do filme foram retiradas todas as referências a magia, super-heróis e colantes coloridos (ou não). Se na história original os super vilões haviam se reunido e MATADO friamente todos os super heróis no filme o plot mudou. A premissa básica continua ali. Um completo loser, Wesley Gibson, vivido por James McAvoy (o sátiro do primeiro Crônicas de Nárnia), descobre ser herdeiro do maior assassino de todos os tempos. Recrutado pela Fraternidade, a sociedade de assassinos do qual seu pai fazia parte, percebe (ao custo de muita porrada) ter herdado as habilidades do pai.

Tanto no filme quanto nos quadrinhos Wesley se sente liberto ao descobrir poder fugir da vida insossa que tem. A diferença é que nos quadrinhos ele abraça seu lado bad ass, se tornando completamente imoral e psicótico, um ser de consciência nula que mata por esporte, não perdoando ninguém. Roubar dos pobres, matar inocentes, rir da desgraça alheia. Esse é o Wesley dos quadrinhos. Claro que suprimiram exatamente esta parte da história. Deixaram-na mais ao gosto de Hollywood. Temos um “herói” relutante e não um vilão egoísta e narcisista.

Mas todo o resto está ali. A ação frenética, as cenas dignas de Matrix, as seqüências absurdas e ele, um dos personagens principais: o sangue. Litros e litros. Nada ficou de fora da cartilha dos blockbusters. Quedas, perseguições alucinadas, acidentes, lutas de faca, tiros impossíveis. Com certeza não é um filme para aqueles que quando vêem uma mentira se levantam e vão embora. Se são assim, economizem seus ingressos. Mas, tirando esses chatos (sim, os acho chatos, e daí?) o filme tem tudo pra deixar você colado na cadeira pelos seus 110 minutos. A direção de Timur Bekmambetov, criador de 'Guardiões da Noite', franquia de filmes de maior sucesso na história da Rússia, se encaixa perfeitamente com o roteiro.

Morgan Freeman faz o papel de Morgan Freeman e Angelina, bom, femme fatale é sempre um papel que combina muito bem com ela. Os onanistas de plantão vão delirar ao vê-la nua, toda tatuada, rebolando na tela.

Certamente não é o melhor filme da temporada, como comentam, mas é um filme que vou ver de novo. No estilo dele merece nota 9.

Curiosidades

Nos quadrinhos Wesley tem a fisionomia de Eminem. O desenhista admitiu que foi proposital.

Fox, o papel de Angelina no cinema, é negra na história original.

Nos quadrinhos Wesley, ao se tornar assassino, passa a vestir uma roupa de couro toda preta, contando com uma mascara similar a uma máscara de gás.

No filme, no momento que Wesley digita seu nome no Google, ele não usa aspas (para limitar a pesquisa) e mesmo assim não obtém nenhum resultado, o que é impossível.

sábado, 26 de julho de 2008

Quando você acha que é o foda vem um virus e prova que você é um idiota (título grande da porra)

Algumas pessoas vinham me dizendo que eu estava acostumando meus 12 leitores mal. Muitos posts, todos os dias, o tempo todo. O que também, de certa forma, comprova meu ócio. Não é bem isso, é que quero dividir com vocês uma pequena parte do que acho de mais interessante. Além disso, tenho andado com uma necessidade absurda de escrever. Acreditem, se postasse aqui tudo que venho escrevendo...

Mas vamos ao assunto deste título tão grande. Como alguns sabem o imbecil aqui conseguiu chutar o notebook pra fora da cama. Resultado? Agora tenho um desktop diferente já que o LCD se separou do resto do notebook e agora só posso utilizá-lo ligando na TV ou em um monitor. Claro que isso afetou minha produtividade. Nada mais de trabalhar enquanto tomo café ou enquanto estou no colo de celite bocão (isso minhas hemorroidas, Luisa e Laura, agradeceram). O jeito foi pegar um novo note fazendo um rolo. Certo, e o que isso tem haver com esse título?

Peguei o notebook. Vamos agora tratar de desinstalar a enorme gama de aplicativos merda e trial que vem instalado nele. Pronto. Limpo. Agora vamos a instalar os principais programas e aplicativos. O libra (para cadastrar todos meus livros e jogos), Crystal player (para ver meus filmes e seriados), Codecs, Corel, Photoshop, Itunes e todos os outros. Duas horas depois, quase lá. Vamos a um antivírus. AVG foi o escolhido (o Kapersky leva 16h pra dar um scan na minha maquina). Baixo e instalo. Ou melhor, tento instalar. Tudo parece correr bem até que... ERRO.

Putz, erro instalando o AVG. Que merda. Vamos tentar a versão anterior. OPA. Que porra é essa? XP antivírus instalado? Janelas de alerta pipocando, Internet explorer que só vai pras páginas que quer, background do desktop que muda pra uma tela de alerta. Cacete. Foi o pacote de codec, deve ter sido. Tem de ter sido. Com muito custo instalo o AVG, desta vez funciona. Três horas depois meu micro está limpo mais uma vez (ou assim espero). E o maldito pacote de codecs? Inocente.

A bosta do XP antivírus 2008 havia sido instalado na primeira tentativa de instalar o AVG. Uma ironia imbecil mas ainda assim uma ironia. Remover XP antivirus 2008 seria meu novo trabalho (que consegui). É, é um vírus. Sinceramente me acho um tanto safo em relação à informática mas achei uma puta sacanagem um antivírus, que baixei em um site que julgava ser de confiança (uso ele há três anos e nunca tive problemas antes, ser na verdade um pacote de vírus, pronto pra foder minha alma e tomar três horas de minha vida. Cambada de filhos de uma puta.

Eu O-D-E-I-O (ficou meio gay isso) antivírus. Detesto estas porras que ficam me dizendo o que posso ou não abrir. Essas bostas me tratam como um imbecil. Você quer executar algo no micro. Vai lá e clica. "Você tem certeza de quer realizar essa ação?". Sim, claro. Clica. "Essa é uma ação de risco. Tem certeza mesmo?". Ação de risco? Como assim ação de risco mudar o background de minha área de trabalho? Porra. Clica. "O Senhor vai mesmo insistir no erro?". CARALHO. Clica. "Infelizmente não podemos deixar o Senhor realizar essa ação potencialmente perigosa". Oxe? Ação proibida pelo administrador? Mas eu sou o administrador dessa porra. Clica. "Desista. Não vamos deixar". CARALHO, PORRA, MERDA. CRTL+ALT+DEL. Fechar antivírus. Clica. Pronto. Saco. Mudar Background. Escolho a imagem. Pronto. É, não ficou bom. Vamos escolher outra. "Você tem certeza de quer realizar essa ação?". Sim, claro. Clica. "Essa é uma ação de risco. Tem certeza mesmo?". PUTA QUE PARIU.

Sempre, sempre é este estresse. Páginas que são proibidas de abrir, links que não são seguros, ações que não posso tomar. E mesmo assim estou começando a acreditar que eles são cada vez mais necessários. Haja estresse.

UPDATE
Ainda tentando tirar essa merda daqui. Podia ter usado o system restore mas vou ganhar deste porra no braço. Mais tarde digo como consegui. Ou não.

UPDATE
Finalemente resolvi. O danado só saiu com a combinação de uso do Superantispyware e do Malwarebytes. Mas deu um trabalho infernal.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Fresh Prince of Gotham


Hilária paródia da abertura de Fresh Prince, antiga sitcom de Will Smith. Sinceramente, não sei porquê expliquei isso aqui, em tese vocês todos DEVERIAM saber disso, né?

See more funny videos at Funny or Die

A melhor resenha musical já feita até hoje


Por Roberto Kaz - Revista Piaui

"Roberto Justus não é apenas um rostinho bonito. O publicitário tem um temperamento inquieto, afeito a grandes empreitadas. Não teve medo do disse-que-disse da grã-finagem quatrocentona ao se casar quatro vezes. Não teve medo das câmeras ao se arriscar como apresentador televisivo. Não teve medo da intelligentsia paulista quando publicou uma autobiografia. Qual Cortez, sempre esteve aberto a mudanças, a aventuras, a descobertas, a conquistas.

Houve, no entanto, algo que se manteve teimosamente estático na intrépida cavalgada de Justus pelos desvãos do destino. Estivesse flanando pelos jardins de Versalhes, esquiando nas montanhas de Aspen ou observando mamutes nas savanas de Mala Mala, um detalhe contradizia a sua imagem dinâmica e cosmopolita. O mal-estar persistiu até a histórica edição de Caras, a de 23 de outubro de 2007, que marcou a formidável reviravolta: após mais de uma década, Roberto Justus mudava o corte de cabelo.

Os fios tenuemente grisalhos, agora penteados para trás e domados com fixador, antecipavam algo que dizia respeito aos recônditos mais secretos da alma do publicitário. No mês passado, o mistério foi desfeito: às vésperas do Dia dos Namorados, quando os dardos dulcíssimos de Cupido zunem em todas as direções, Justus lançou seu primeiro disco, Só Entre Nós, com a expressiva tiragem de 10 mil cópias. A gravadora Sony BMG, sabendo o valor da jóia rutilante que tem em mãos, firmou contrato para mais dois álbuns.

A carreira musical de Roberto Justus começara em despretensiosas festas de fim de ano de suas empresas. Não raro, ele subia ao palco para exibir seus dotes vocais aos subordinados, que, pasmos, se entreolhavam emudecidos e, observando o comportamento dos chefes, espoucavam num uníssono de aplausos e assobios. Em mea-dos do ano passado, ampliou o público ao entoar a tépida voz de barítono na sua festa de casamento (o quarto). Diante do sucesso colossal, ainda que em petit comité, passou a ter aulas com Wilson Gava, professor da renomada cantora Sandy. Fiel ao preceito de que a boa arte não tem preço, bancou do próprio bolso um disco, que, infelizmente, só distribuiu entre algumas centenas de amigos íntimos.

Ardilosos executivos da Sony, no entanto, tiveram acesso ao opus e, de imediato, resolveram fazer a coruscante pepita chegar ao mercado, tão carente de música com M maiúsculo. Nos seus 53 anos de vida (embora o semblante másculo e jovial lhe desconte ao menos uma década), Roberto Justus acumulou os prêmios de Publicitário do Ano, Dirigente do Ano e Homem de Marketing do Ano. Agora, com meiga mélange de irrazão apolínea e rigor dionisíaco de Só Entre Nós, o Grammy é o limite.

Com o CD nas lojas, o novel cantante reservou a primazia da divulgação ao programa de Hebe Camargo, sua amiga de tempos imemoriais - para Justus, a amizade é uma chama sagrada que deve crepitar perpetuamente à luz de holofotes opalescentes. Ele atacou, com galhardo desassombro, a icônica Can't Take My Eyes off of You, lançada nos anos 60 por Frankie Valli.

Diante da voz de uma oitava, com timbre aveludado, pátina de lenho do banhado e matizes ratazano-acinzentados (que, num lance de gênio, combinavam com o cabelo do artista), a buliçosa platéia, majoritariamente balzaquiana, soltou-se como uma ciranda de bacantes a verter ungüentos no cenáculo de Eros Longophallus e atingiu os píncaros do desvario. Depois de anunciar em alto e bom som que daria o disco de presente à amiga Consuelo Badra, ex-colunista social do Correio Braziliense, Hebe Camargo fulminou: "O que você fez agora uniu beleza, simpatia, essa voz deliciosa e bom gosto." Theodor Wiesengrund Adorno não teria dito melhor.

Nem todos tiveram a finesse necessária para captar o delicado cromatismo dos falsetes de Justus. Em sua coluna em O Globo, Artur Xexéo usou e abusou do seu desconhecimento abissal da matéria para asseverar que "Roberto Justus, com orquestra, coro e tudo mais, talvez seja o pior cantor de toda a história do disco brasileiro". Como assim? E Fagner? E Carlinhos Vergueiro? E Odair José?

À guisa de ironia, o jornalista Luiz Antonio Ryff anunciou no seu blog: "Por falar em sexta-feira 13, o publicitário Roberto Justus gravou um CD de músicas românticas. Em inglês." Ao apontar para o repertório estelar, Ryff indagou: "Quem será que prefere escutar essas músicas na voz de Justus em vez de, só para citar alguns, ouvir as gravações de Louis Armstrong, Paul McCartney e Elvis Presley?" A resposta só pode ser uma: quem prefere Justus são justamente os melônimos fatigados do repetido ramerrão de Armstrong, McCartney e Presley.

Se tivessem reservado uma aconchegante noite de inverno, junto a uma lareira crepitante no castelo de Caras, saboreando fondue de requeijão e um Merlot São Roque - safra 2008 - em companhia de Luciana Gimenez, do vice-presidente José de Alencar, Regina Duarte, Ziraldo e da Mulher Melancia, os soi-disant críticos talvez conseguissem abarcar em plenitude a complexa mensagem do nosso, muito nosso, Julio Iglesias.

Certeiro como um raio desferido por Zeus, Justus atinge as semicolcheias onde elas merecem: na testa. À diferença de muitos intérpretes facilitadores, que tendem a exagerar o sentimentalismo rebarbativo, ele é econômico nos rubati, accelerandi, ralentandi e vibrati. Suas frases começam e terminam nos tempos justos (não é um acaso que ele tenha o sobrenome que tem), o que facilita a emoção adicional de quem deseja cantarolar junto. Transposta para o universo erudito, que Justus ombreia, a sua estratégia estética poderia ser comparada à do falecido maestro Arturo Toscanini, da Filarmônica de Nova York, que jamais fugiu às dinâmicas, propostas na partitura.

Justus não teme comparações. Nem imitações. Quando soam as primeiras notas de seu Unforgettable, tocadas ao piano, é inevitável rememorar a famosa versão de Nat King Cole e sua filha, Natalie - até porque o brasileiro repete a parceria em família, dividindo os vocais com sua irmã Cathy Justus (moça de talento promissor).

Quando canta I've Got You Under My Skin, a referência deliberada, tanto musical quanto imagética, é Frank Sinatra. Tal qual o cantor de olhos azuis (os de Justus também são fulgurantes e enigmáticos), o publicitário nada de braçada larga no estilo intimista e, nos metros finais, ultrapassa Sinatra por meio corpo. Justus - esse eterno menino peralta! - se dá ao fausto de fazer estrepolias com as palavras, esta-peando-as para lá e para cá como se fossem vagabundas ou petecas. Quando entoa a palavra "move", por exemplo, brejeiramente prolonga a letra "o". É um achado.

Mas, dadas as armadilhas de repertório portentoso, ele sabe quando recuar. Ao arriscar-se em My Way, Justus cede os seis versos mais agudos à voz firme de Francis Bringell, cantor romântico que nos anos 80 fez duo com Fausto Silva,o Faustão. Poderia ter providenciado o acompanhamento dos Canarinhos de Petrópolis, mas escolheu a senda mais inóspita, mais defloradora.

Foi uma decisão sábia, típica de chansonniers maduros. Com isso, sobe ao pódio e colhe as láureas argênteas às quais faz jus - e que combinam tão bem com seu novo penteado. Mas não nos enganemos: nos interstícios de seus trinados, é possível entrever a infância difícil (a inveja dos amiguinhos por ser dono da bola e do campo), a mocidade de doutos estudos (das obras completas de Lya Luft, lidas da primeira à sexta página), a laboriosa porfia na maturidade (para deitar Adriane Galisteu sobre lençóis Santista) e as eternas indagações estéticas que lhe rondam a augusta fronte ("A manicure já chegou?"). É por isso que Só Entre Nós já nasce clássico."

Faço minhas suas palavras, Roberto. Alguem aí discorda deste sábio?

Reunião de fontes do windows

O College Humor é um daqueles sites que pode jogar sua produtividade no zero. Imagine um grupo de nerds e geeks que transformassem suas bobagens, suas conversas jogadas fora, por mais non sense que fossem, em divertidissimos vídeos? É exatamente disso que se trata. Essa que está postada abaixo é reunião de fontes do windows. Mesmo que não tem muito domínio do inglês vai se divertir, pode apostar.



Catei no Sedentário.

Amarrando o burro onde o burro manda.


Uma das coisas mais chatas de ser publicitário e lidar com determinados tipos de clientes. Depois vou fazer um post únicamente descrevendo cada um deles. Agora, sem dúvida nenhuma um dos clientes mais chatos que existem é aquele que tem sempre um opnião "inteligente" para dar. E se resolvessemos atender todos os pedidos desta raça maldita? Assitam o vídeo abaixo e descubram.



Vi no Omedi.

Macacos me mordam, Batman.



Catei no Omedi.

Outro adepto do rei.


Ou como garantir uma greve de sexo. Já virei fã do indíviduo.


http://view.break.com/540967 - Watch more free videos

Pra se dobrar de rir


Quem já teve a oportunidade de assistir a uma redublagem realmente bem feita sabe que é garantia de risadas. Claro que a web está infestada de redublagem toscas mas, procurando bem, achamos algumas que beiram a perfeição. Poupando vocês do trabalho de garimpá-las, seguem alguns links abaixo. Divirtam-se.



Profissionais
O destino de Miguel
O destino de Miguel 2
A Bela e a Bisca
Daku Lanamata - o Gay Leão
Gay Leão (obrigado Marcel)
Poucaroupa
Herétules
A piranha sereia

Clássicos
Star Wars - Eu quero meu headfone
Chaves maconheiro
Batman feira da fruta

De onde você tirou estes links Batman? Que pergunta idiota Robin, claro que foi...

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Um dos capitulos do meu livro.


Um beliscão para chamar atenção

Ui, ui, ui. Gordo saltava como pipoca. Mas quem teria...

Bom, se essa fossa uma história de suspense essa seria a hora que, de trás das sombras, saltaria um ser horrendo, assustador, com as mãos prontas para B-E-L-I-S-C-A-R! Mas não é uma história de suspense, é uma história sobre o Gordo, sobre o muro, sobre o que estava escondido ali dentro. Era também uma história sobre o Jardim e no Jardim não haviam seres horrendos – Bom, Raul o escaravelho era feio pra dedéu mas acho que não pode contar como ser assustador, afinal ele cuidava do orfanato do Jardim. Opa, estou divagando novamente... vamos voltar ao Gordo.

Ele se virou, procurando quem teria cometido aquele atentado contra seu traseiro verde. É claro que ele não esperava ver o que viu. Ninguém esperaria. Quem invadiria o jardim do Gordo para lhe dar um beliscão? Teria que ser alguém valente, corajoso, ousado, grande. Mas... uma borboleta?! Ah?!

De cima da pedra uma borboletinha colorida gargalhava gostosamente. Com as mãos apoiadas nos joelhos, ela se dobrava para frente, divertindo-se com os pulos do Gordo. Suas asas coloridas, abertas, refletiam a pouca luz daquele lugar escuro, contrastando com todo o resto.

- Ei, porque você me deu esse beliscão? E quem é você? E como entrou aqui? – Gordo encarava a intrusa tentando fazer cara de indignado (mas estava difícil fazer uma cara diferente da atual cara de dor)
- Eita quanta pergunta! Estamos brincando de esconde-esconde ou de perguntas e respostas? – Respondeu a risonha borboleta, parecendo nem se importar com as caretas do Gordo.
- Brincar? Brincar?! Quem está brincando? Ei, mocinha, como entrou aqui?
- Oras, como assim? Que pergunta boba. Voando, !
- Pois trate de sair por onde entrou! , fora!

A borboleta desceu da pedra, ainda rindo, e olhou em volta, curiosa. O Gordo a seguia de perto. Apesar das reclamações e resmungos ela parecia não ligar, ignorar completamente todo mau humor do besouro verde, que, de tanta raiva, estava ficando roxo.

- Mas eu gosto daqui – ela respondeu dando piruetas.
- Pois não vejo do que pode gostar.
- Ah, eu vejo aqui um lindo jardim, com flores, plantas e frutas!
- Hein? Aqui? Onde? – Essa menina é maluquinha, pensou o Gordo enquanto olhava para o seu triste e escuro jardim.
- O que mais você não sabe fazer? Não sabe brincar de esconde-esconde, de perguntas e respostas e nem mesmo consegue usar a imaginação.
- Pelo menos não sou maluquinho, não saio por aí beliscando traseiros verdes nem invadindo o espaço alheio...

Bem, uma coisa tem de ser dita. Aquilo estava matando o Gordo. Para alguém como ele ser chato assim chegava a doer. Mas ele tinha que tirar aquela borboleta dali, ela não podia ficar, ela estava invadindo, ela podia encontrar aquilo que o Gordo estava escondendo.

- Admita – ela sorria e saltitava – você deve se sentir sozinho aqui!
- Isso é um problema meu e você tem de... – antes que o Gordo terminasse a frase a borboletinha lhe deu mais um tremendo beliscão, dessa vez no braço e bateu asas.

Ei, abusado, adorei seu jardim. Sério. Gritou ela voando para longe. O Gordo, ainda aturdido com tudo aquilo, olhava a divertida borboletinha voar por cima do muro, enquanto balançava o braço, tentando aliviar o ardor do beliscão.

- E vou voltar pra lhe visitar! Ela gritou antes de voltar a cantarolar a linda cantiga mais uma vez trazida pelo vento.

E o Gordo ficou lá, com cara de bobo, tentando entender tudo aquilo. Ao menos ela não havia encontrado o que ele escondia. Bom, isso podia não ser bem verdade.

O verdadeiro garoto enxaqueca.


Marcel Dias é um rapaz estranho. Não é a toa que vou falar um pouco dessa figura nesta coluna. Sempre achei complicado definir pessoas. Rótulos servem exatamente para quê? Acredito que para facilitar o saber a respeito de algo ou de alguém. O complicado é que para rotular alguém você precisa partir de um referencial, ou seja, você vai rotular de acordo com seus próprios conceitos. Se alguém rotulou foi com conceitos próprios ou usando conceitos de outrem mas certamente não foi baseado numa regra comum e aceita por todos. Isso leva a um problema: como descrever Marcel.

O cara se parece demais com o salsicha, se o cabelo estiver grande então, fodeu. É um nerd wanna be, entende muito de música – apesar de viver repetindo a heresia que os Beatles são o Chitãozinho e Chororó da terra da rainha, tem bom gosto pra cinema e livros e até mesmo é viciado em games. Atleta de joelho podre – o que nos faz ter de entregar o jogo pra ele durante as partidas de tênis para não deixá-lo deprimido, ciclista de merda – não pedala a anos, e deficiente mental – como alguém pode não suportar água de coco? Pegador da muléstia, não perdoa uma calcinha no MSN ou Orkut quando está solteiro. Por parecer o salsicha teve que desenvolver uma lábia miserável. Quando a mulher se assusta com ele já é tarde, já caiu na conversa. Marcel é um dos poucos caras com quem consigo manter uma discussão, ops, debate por horas a fio. Nós não desistimos nunca. Todos os outros desistem e vão embora de saco cheio de nossa briga, ops, conversa.

Eu diria que se trata de um cara foda se não fossem alguns detalhes. O primeiro é a fixação dele no pinto do irmão. Porra. O cara devia ser publicitário de piroca. Lucas, amigo, agradeça a seu irmão todas as periguetes que você acunhou. A propaganda é realmente a alma do negócio. A outra é esse cabra ser um hipocondríaco de marca maior, idolatrando o Dorflex como se fosse um deus, a cura de todos os males da terra. A Enxaqueca - assim, com E maiusculo mesmo - é sua companheira de todas as horas. O terceiro, e pior, é ficar reparando na minha bunda. Coisa gay da porra.

No mais recomendo a todos visitar o blog deste doente (enxaquecoso.blogspot.com) e perder algum tempo com as histórias engraçadas e assuntos que vão do non-sense total a utilidade pública, passando por música e cinema.

E, só para terminar, Marcel, eu sou muito melhor que você no Guitar Hero e no CS. Pato.

Como entrar para o PE Body Count (ou não)

Algumas formas de desarme de um oponente. Eu acho que é Krav Magá (cadê Schver para confirmar?). É óbvio que não preciso dizer a vocês que postei apenas como curiosidade que reagir a um assalto é um risco desnecessário e idiota. É melhor ser um covarde vivo, para lutar outro dia, do que um herói morto. E tenho dito.

Sexo, álcool e casamento

Lúcio Oliveira


Dr. Pepper


Muitas vezes o trailer de um filme é nada mais nada menos que as melhores cenas reunidas em 30s. Quantas vezes não assistimos um filme porque gostamos muito do trailer apenas pra perceber que todas as melhores cenas estavam ali. Contudo este trailer do novo filme estrelado por Kiefer "Jack Bauer" Sutherland, Mirror, me apresentou uma premissa bastante assustadora e que pode render um grande filme. De Alexandre Aja, mesmo diretor de "The hills have eyes", o filme parece acerta no tom. Promete. Detalhe para o suicídio no trailer "a la Didi Mocó".

Desafio

Lembram da campanha da campanha da Virgin onde em uma imagem você podia tentar identificar o nome de diversas das bandas que pertencem aos quadros da gravadora? Perdi horas ali. Agora temos um desafio um pouco diferente, diria que menos investigativo. No quadro abaixo estão representados 100 figuras importantes de nossa história. Que tal tentar descobrir quem são e postar suas descobertas nos comentários? Cliquem na imagem e boa sorte.


Vi no arquivinho.

terça-feira, 22 de julho de 2008

O ego e a propaganda.


“Não está ruim, não mesmo, mas você acha que está digno de um prêmio?”. Era com essa frase que o diretor de criação da primeira agência de médio porte que trabalhei avaliava as peças que eu apresentava. Ele tem razão, com uma peça assim eu nunca vou ganhar prêmios, eu pensava. Voltava a trabalhar na peça. Suava. A expectativa do prêmio me motivava. Hoje não sei se ele sabiamente se aproveitava da minha imaturidade profissional, apertando o botão que achava preciso para que eu funcionasse melhor ou se simplesmente era tão imaturo quanto eu. De verdade prefiro acreditar na primeira opção. Prefiro acreditar que ele sabia que o objetivo nunca deveria ser o prêmio. O prêmio, assim como o reconhecimento que o acompanha, devem ser a cereja do bolo. Devem ser aquele ingrediente a mais que proporciona um sabor único e distinto a uma receita mas nunca, nunca, o ingrediente principal. Ou era assim que devia ser.

Escrevo este texto sem querer dar nomes aos bois, correndo o risco de com isso soar superficial em minhas afirmações. Contudo creio que escrevo este texto para publicitários e profissionais do ramo e acredito que, como bons profissionais que são, bem informados e atualizados, não vão precisar que eu “legende” os fatos. Tocar neste assunto é tentar sobrepujar um tabu e, pior ainda, correr o risco de parecer hipócrita. Alguns dirão que desdenho dos prêmios por nunca tê-los ganho como gostaria. Talvez. Prefiro acreditar que não seria completamente corrompido por eles. Só um pouquinho, quem sabe. Mas ganhei sim meus prêmios. Vibrei com cada conquista, por mínimas que tenham sido. Mas, acreditem vocês ou não, amadureci rapidamente e meu objetivo logo deixou de ser premiado. Reconhecido? Sim. Premiado? Não. Meu objetivo se tornou dar o melhor de mim, tentar superar as expectativas e buscar o melhor resultado naquilo que me propus a fazer. E se isso era digno de um prêmio, viva. Ainda correndo o risco de soar hipócrita, ou parecer alguém que está na onda de algumas das cabeças mor da propaganda, afirmo que o melhor júri que sempre enfrentei – com pernas tremendo, ansioso e tudo mais – foi o target de minha campanha/peça/mensagem. Se hoje chamam isso de propaganda de resultado no meu tempo chamavam de ingenuidade.

Agência que não é premiada não aparece, não conquista cliente nem abre mercado – cansei de ouvir isso. Algumas agências destacavam seu prêmios com orgulho não natural, disforme. Outras fingiam, em vão, não lhes dar valor, os deixando largados, propositalmente bagunçados e a vista de todos que a visitavam. Achavam cool. E continuam participando de todas as premiações que podem. Algumas agências chegaram a firmar um compromisso de não concorrer a prêmios, um golpe de marketing – o qual eu desejei que gerasse resultados além do golpe em si, e criasse raízes de verdade entre as outras agências. Pena que mudaram de idéia e voltaram atrás. Seria isso uma espécie de narcisismo profissional? Uma necessidade irrefreável de fazer propaganda de si mesmo usando os prêmios? Entristeço com peças que foram criadas exclusivamente para festivais, cuja a agência, por baixo do pano, pagou a veiculação – muitas vezes uma só vez, com anuência do cliente, apenas para poder inscrevê-la. Pior ainda me sinto ao vê-las premiadas. Reconhecidas.

Ingênuo, idealista, bobo. Talvez todos esses adjetivos possam ser utilizados para me descrever. Talvez. Eu prefiro me ver como alguém que acredita que propaganda é muito mais que conseguir um sorriso ou um UAU de um espectador ou leitor. Prefiro acreditar que propaganda é bem mais que convencer jurados moderninhos de que você é mais criativo, que escreve melhor ou é mais artista do que o resto do mundo. Prefiro acreditar que propaganda é uma ciência e como tal depende de números, de resultados palpáveis e de fácil verificação.

Uma campanha é um desafio. E é preciso planejamento, estudo, pesquisa e estratégia para sobrepujá-lo. Você tem que vender x a mais este mês, precisamos aumentar nosso market share ou abrir um novo mercado. Ali estão os objetivos. Temos que superar a empresa A, B e C. Ali estão os inimigos. Tudo mais está ali. E como saber se a campanha foi boa? Pelos prêmios que ganhou? Ou por ter atingido as expectativas do cliente ou até mesmo superado-as? Uma grande cervejaria americana, com comerciais fantásticos (não estou sendo irônico, eram bons se fossemos analisar a produção, a “sacadinha”), premiados ano após ano, perdeu mercado vertiginosamente. Uma grande marca de refrigerantes lançou uma campanha milionária (e milionária em dólares) apenas para vê-la ser premiada e suas vendas caírem. Qual é a boa propaganda afinal?

Eu, sinceramente, adoraria ver premiações onde ficasse bem claro que o objetivo ali não é reconhecer a boa propaganda e sim o bom título, sacada, direção de arte, roteiro ou produção. Que fosse menos hipócrita. Um grande evento, realizado na Europa, onde suas salas estivessem repletas de moderninhos e papas da comunicação, todos cientes do objetivo real da premiação. Quem sabe um dia eles até, por pena, resolvessem premiar ali também a boa propaganda.

Cidade dos Logos


Um dos mais interessantes sites sobre Logos na WEB nacional. Com atualizações diárias ele nos mantêm informados sobre as mudanças das grandes marcas, curiosidades e tendências do mundo da identidade visual. Vale adicionar aos favoritos. Clique na imagem para conhecer o site.



Sexo e RPG

Nada a declarar. Clique na imagem para mais tirinhas.

Perólas do humor

O que o katchup disse para o sal? Arraste o mouse na linha de baixo para descobrir.
É nois nas fritas, mano!

Separados no nascimento


segunda-feira, 21 de julho de 2008

Esse é bruto


É isso que eu digo, eu sou direto. Direto. Grosso é esse cara aí embaixo.



E já que o assunto é tapão vejam esse coitado. Deve ter ficado com as impressões digitais tatuadas no pescoço.

Quando o público é lunga...


Durante uma exibição de luta livre os "lutadores", gentilmente, solicitaram a plateia duas cadeiras para poderem trocar sopapos com elas. Eles não esperavam é que a L.U.N.G.A (Legião Unificada de Nordestinos Grossos e Animais) estivesse presente em peso. Essa foi uma das maiores lungadas conjuntas que já vi.

Propagandas que me matam de inveja


Excelente campanha da AlmapBBDO para a linha kids da Gatorade. De uma simplicidade impar a peça faz qualquer publicitário dar um sorrisinho com o canto do olho e imaginá-la em seu próprio portifólio. Ponto para Serpa, diretor de criação, e Renato Fernades, diretor de arte.

Doeu até em mim


Não sabe brincar? Não desce para o play.

Toca Raul!


Uma das poucas bandas que eu gostava realmente de ouvir na minha adolescência era a Ultraje a rigor. Fui conquistado pelo jeito despachado da banda que com letras acidas e divertidas fazia rock de primeira sem dispensar fartas doses de humor até mesmo quando o assunto era sério. Músicas como Sexo, Ciúmes, Nós vamos invadir sua praia, para citar apenas algumas, me faziam ficar ligado no rádio. Depois disso tivemos Inimigos do Rei, que apesar do humor nunca teve o senso crítico do Ultraje. Então o Mamonas Assasinas marcou época divertido crianças e adultos com suas letras non sense, se tornando uma febre nacional até seu trágico acidente.

Quem, como eu, sente falta deste tipo de música tem de conhecer a Pedra Leticia, ou Leticia Stones como gostam de se chamar. Uma banda goiana que veio provar que dali não sai só duplas sertanejas. Seguindo o processo natural a banda começou tocando covers e logo passou a presentar a plateia com suas próprias músicas, mostrando que o Ultraje fez escola.

Composta por Fabiano Áquila (vocal e violão), Thiago Sestini (percussão) e Fabiano Cambota (vocal e violão e motorista) a banda, segundo uma de suas músicas, preza pelo estilo “Sidney Magal” de ser. Depois de ter algumas de suas músicas terem se tornado hits na internet algumas gravadoras demonstraram interesse em lançá-los nacionalmente. Em breve a Pedra Leticia deve lanças seu primeiro CD pela EMI. Eu aguardo ansioso. Com vocês... Pedra Leticia.

Como você pode abandonar eu.


Em plena lua de mel.


Eu não toco Raul.


Espero algum dia ver um show deles aqui em Recife.

O mais trash das trashs 80


Como os leitores assíduos já sabem eu despertei um pouco tarde para música. Acredito que essa minha indiferença ao universo musical tenha sido um bloqueio causado pelas intermináveis aulas de piano, que fui forçado a fazer quando criança. Isso ficou mais evidente quando, ao mergulhar no mundo das festas Trash 80s, descobri que sabia a letras de todas as músicas que tocavam. TODAS. Ou seja, os anos 80 estavam lá, escondidos em algum discreto lugar em minha mente, com todo seu universo de figuras bizarras e merecidamente chamados de personalidades trash.

Freqüentar as festas trashs se tornou um hábito. Da primeira realizada, que contava apenas com “tocadores de CDs” e bombou com 750 pessoas apertadas em um local claramente desprovido de capacidade para receber tão grandioso evento, até hoje só perdi uma festa. Me lembro claramente de ter ido a primeira trash sem ter a menor noção do que se tratava, sem esperar nada demais. Ao amanhecer do dia seguinte estava estafado, dolorido e feliz. Havia pulado e dançado ao som de Ritchie, Leo Jaime, Sérgio Malando, Dominó e tantos outros. Havia conhecido Luiz Harley e cantando a altos brados seu maior sucesso: cães e rães , o qual os apresento, orgulhosamente, abaixo:

Saí pra procurar meu amor
E logo a chuva começou a cair
A luz do poste se apagou
Que horror, que horror
Fiquei somente a escutar: Cães e rães (4x)

E quando a chuva parou
E o guarda noturno apitou
Amanhece, o cachorro continua a latir
E a rã continua no cri-cri
E eu não vi o meu amor, que horror
Fique somente a escutar: Cães e rães (4x)

Nesta noite aprendi duas coisas: que adoro trash 80 e que mulheres bêbadas choram ao ouvir Balão Mágico e Xuxa.

Desde então as festas, entre boas e ruins, proporcionaram momentos marcantes. Momentos como aquele onde, Rosana – a esticada interpréte de O amor e o poder, insistia em não sair do palco e continuar cantando suas novas “músicas”. Ela perguntava ao público “ vocês querem ouvir mais uma?” e em seguida ignorava o coro que gritava “Não!”. Acho que ela nunca entendeu o conceito de festa Trash. Em outra festa Kátia (que, de forma nem um pouco politicamente correta, sempre foi chamada de Kátia Cega) que ficou conhecida pela música “Qualquer Jeito” (com seu meloso refrão onde gritava “não está sendo fácil, não está sendo fácil...” ) cantava animadamente em uma festa Trash. Alheios ao profissionalismo da cantora se ouvia que todo seu empenho no palco se deveria ao fato que ela, erroneamente, achava estar cantando no Chevrolet Hall, a maior casa de show de Recife. Que maldade. Mas se engana quem pensa que parou por aí. Lembro que nessa festa achei o máximo ver, lá do fundão, as pessoas se apertando em frente ao palco, segurando cartazes enquanto Kátia cantava. Poxa, ela tem fãs aqui, pensei. Cartazes que, como descobri em seguida, estavam todos em branco. Que venham as próximas festas trash 80.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Você viu o cabeção por aí?


Apelido é uma coisa séria. Pode chamar de vulgo, alcunha ou Nick. O princípio é sempre o mesmo: irritar a quem se nomeia. Não lembro de meu primeiro apelido. Pelo que contam ele foi colocado no dia que nasci, ainda na maternidade, para irritar meu pai. Araçá. Que apelido melhor para o filho do Goiabão? Na maternidade, ao invés de charutos meu pai distribuiu sopapos quando os amigos comemoraram o nascimento do pequeno araçá. Ele não aceitava bem apelidos. Bom, mas acho que esse não valeu, não foi por mérito próprio.

O meu apelido de verdade, o que iria me acompanhar durante toda a vida, surgiu na alfabetização. Ah, como as crianças podem ser maldosas. Não tardou para perceberem uma leve desproporcionalidade entre minhas pernas, tórax e cabeça. Pronto. Cabecinha, cabeça ou cabeção. Eu me irritei, pronto, pegou.

Vocês tem noção de quantas vezes eu escutei a música “você viu o cabeção por aí?”? E a piadinha “tua mãe pede pra você trazer a feira no bonezinho?”. “Foi parto normal? Tua mãe ainda anda?”. O jeito era, quando menor, botar o pinto pra fora e balançar gritando “Ó o cabeção aqui, ó!”. Quando maiorzinho perdi esse hábito. Percebi que era mentira e eu podia terminar ganhando um segundo apelido, ainda pior. Ruim mesmo era ter um apelido que aceitava mímica. Era só minhas irmãs colocarem as mãos paralelas as orelhas e irem afastando, com um balançar de cabeça, que eu perdia as estribeiras. As miseráveis eram más. Lembro que diziam “Mainha, ninguém chamou ele de cabeção! Ninguém nem falou cabeção. Ele que está com cabeção na cabeça. Eden, isso é coisa da sua cabeça”. Aí eu surtava. Partia pro cacete. Elas saiam correndo e gritando “Cabeçada não, por favor, não nos mate. Tudo menos cabeçadas”. Elas eram muito más.

O que mata num apelido desses é que você nem tem como disfarçar. Vou fazer o que? As vezes alguém gritava “ E aí cabeção” e eu emendava com um “me chamam assim porque eu sou o chefe da galera, saca? O cabeça?”. Nessas horas eu ouvia um discreto “hum rum” seguido por uma checadinha com o rabo de olho. Quando não vinha acompanhado de um risinho discreto eu fingia que a coisa tinha funcionado. Minha mãe ainda tentava remediar... “meu filho, sua cabeça é grande pra caber muita inteligência”.

Não há alegria maior para um cabeção do que achar uma cabeça maior que a dele. Ah, você se vinga de todas as tirações de sarro no coitado que se tornou, por causa de alguns centímetros a mais de cabeça - vale largura, altura ou comprimento, seu alvo, sua presa.

Me lembro quando entrei numa academia de ginástica perto de casa onde eu e Filipe, meu compadre, malhamos. Eu estava morto, cansado, pedindo penico quando ELA surgiu. Eu olhava para a escada e a ponta de uma cabeça vinha surgindo. E surgia. E surgia. E continuava surgindo. Porra, que lapa de cabeça. Meu cansaço sumiu na hora. Me senti revigorado. Dei uma cotovelada em Filipe e enchi os pulmões: “Meu irmão, veja só que lapa de cabeça!”. Perto do cara eu era apenas um pequeno padawan.

Daí em diante foi uma perseguição só. Cabeça de dinossauro, lua de cristal, castelo de grayskull, boneco de Olinda, morrete. Desfiei todos os apelidos que tinha ouvido por toda minha vida. O cara tentou de tudo. Cortou o cabelo, botou boné, bandana. E eu lá, firme e forte. “Que lapa de cabeça do caralho”.

Um belo dia ele desistiu, deixou de freqüentar a academia. Eu perdi meu alvo de piadas. Alguns dias depois voltei a ser referência. Escutei o professor falando com uma gatinha que malhava no mesmo horário. “Agora você vai fazer uma série naquela máquina ali, perto do cara com o cabeção”. Malditas crianças e seus apelidos.

Nem com uma flor


Querem um exemplo de Lungismo? Assistam até o final. Esse sabe tratar uma mulher.


Not Gonna Win the Boxing Gold Medal - Watch more free videos

O cavaleiro das trevas

Eu ia abrir este post comentando o quanto sou fã de quadrinhos e blá blá blá. Mas acho que pra este filme em especial não cabe este tipo de explicação. Não esperem nesta resenha análises técnicas apuradas, falo como cinéfilo, como um de vocês.




Batman - O Cavaleiro das Trevas *****

The Dark Knight EUA, 2008
152 minAventura / Ação / Drama
Direção: Christopher Nolan
Roteiro: Christopher Nolan e Jonathan Nolan
Elenco: Christian Bale, Heath Ledger, Aaron Eckhart, Gary Oldman, Maggie Gyllenhaal, Michael Caine


Antes de seguir a diante preciso lhes contar algo a respeito da transposição do Batman para o cinema. O Batman de "Dead End”, de Collora, é o que eu sempre quis ver no cinema. Colante cinza, muito mais pra um brutamontes super ágil e treinado do que para um burguês higth-tech. Infelizmente sei que esse nunca verei. Hollywood não está pronta para filmes que só agradarão fãs xiitas. Mas antes de Collora havia Burton. Torci o nariz para Michael Keaton como Bruce/Batman, franzino demais. Não conseguia vê-lo como Batman, não conseguia vê-lo como meu herói predileto. Grata surpresa ao ver que o estilo gótico de Tim Burtom havia levado ao telas um mundo que, se não era o que eu desejava, era um que podia me agradar. O ar fantástico sem exageros, o clima gótico retro fiel aos quadrinhos, a escuridão e o emblema amarelo. E, confesso, foi disso, exatamente disso que senti falta em Cavaleiro das Trevas.

O filme é bom, muito bom. Claro que o roteiro não me agrada completamente mas a experiência como um todo é fantástica. Mas ali não está O Batman. Ali está um vigilante que precisa caçar e combater um psicótico que, como um reflexo distorcido de si mesmo, o faz duvidar do valor de sua cruzada. Não é herói dos quadrinhos. E isso é bom. Isso significa que a idéia de Nolan de tentar transmitir veracidade ao filme, de trazê-lo para uma realidade mais palpável funcionou. Neste mundo todos são falíveis, todos carregam culpas, todos tem medo de alguma coisa. O ataque que o Batman vem fazendo ao mundo do crime não ficaria impune, e a reação tem um preço muito maior do que todos queriam pagar, até mesmo os mafiosos.

As lutas estão mais dinâmicas, o Batman mais ágil, o lado investigativo mais presente. Uma real melhora em relação ao Batman Begins. O que funcionou continua lá. Michael Caine é o Alfred, o Alfred dos quadrinhos. Ex-agente secreto e atual mordomo, comparsa e figura paterna de Bruce Wayne, seus diálogos com Cristian Bale são inteligentes e sagazes e funcionam perfeitamente como válvula de escape para toda tensão que vemos na tela. Morgan Freeman e seu Lucious Fox está lá, repetindo o papel com a mesma maestria do anterior. Ele traz nobreza ao universo do morcego. Gary Oldman é o Tenente Gordon. Fisicamente e psicologicamente. Com sua melancolia, ele carrega nas costas todo peso e responsabilidade de ser o bastião do departamento de policia de Gotham. É muito bom vê-lo interpretar sem os maneirismos e cacoetes que demonstrou em vários de seus papeis.

Aaron faz bem seu papel como um Harvey Dent ambicioso, que consegue nos transmitir a dualidade de seus conceitos, a dúvida sobre seu posicionamento. Um homem que acredita que os fins justificam os meios. Disposto a tudo para libertar Gotham e ser reconhecido por isso. Maggie Gyllenhaal acrescenta mais profundidade ao papel de Rachel do que a sra. Cruise jamais poderia. Temos uma personagem crível.

Agora vamos ao que todos estão esperando.

“As coisas que mais gosto na vida são dinamite, pólvora e gasolina. E elas custam muito pouco”. Com essa frase o Coringa de Ledger mostra a que veio. Um homem sem nada a perder. Um agente do caos. O coringa, com toda sua loucura e inteligência lançada sobre Gotham. Sua psique é exposta em cada ação, em cada olhar, cada vez que ele, de forma repulsiva, passa a lingua entre os dentes de forma ofídica e acintosa. Não vou assumir a postura de tantas outras pessoas que, por ocasião de sua morte, elogiam de forma desmedida a sua atuação neste filme endeusando cada cena onde ele aparece. Isso séria diminuir muito sua filmografia. Ledger teve um desafio pela frente, dos grandes, suplantar o Coringa de Nicholson. Ele assumiu essa responsabilidade, se entregou ao personagem e o transformou, sem dúvida, no vilão que Nolan precisava. Ele está assustador e repulsivo. Temos raiva dele. Tememos o Coringa. Ledger conseguiu.

A fotografia, seca e ágil ajuda a dar o clima. As cenas de ação, ao contrário do que muita gente vem alegando, não estão mais exageradas do que deviam. Elas são muito bem equilibradas com todo o lado psicológico do filme, elas estão lá como mais um personagem que faz muito bem seu papel na trama.

O meu veredicto? O que está fazendo aqui lendo esta resenha? Vai ver o filme! Ele vale cada um dos seus 152 minutos.

Botando Lenha na fogueira
Lembram da cena, no Batman de Tim Burton, onde o Bat-jato (me sinto ridículo colocando estes bats na frente das palavras) passava em frente a lua e todos no cinema gritavam UAU e batiam palmas? Lembrou? Não perde por esperar a cena com a Batpod, a moto. Prepare-se para fazer UAU e bater palmas. Uma dica? Parede.

Amigo é pra acudir amigo

Essa coluna estava reservada para falar das figuras bizarras que passam pela minha vida e, de alguma forma, deixam suas marcas. Claro que vinha um post falando desse nerd de joelho podre, que acha que frescobol é tennis. Mas o cara é esperto (não é a toa que é um dos únicos que segura o rojão discutindo, ops, debatendo comigo) e mandou primeiro. E mandou bem. Mas isso não quer dizer que ele vai escapar do próximo post. Com você, Marcel Dias liberando seu lado literário.

"Como bom amigo, das antigas, e agora leitor assíduo do blog dessa figuraça, é claro que eu não poderia deixar de dar a minha contribuição, muito menos pitacos sobre o conteúdo desse diário, que com certeza irá fazer parte do dia-a-dia de muita gente (que como eu, não tem o que fazer durante o expediente).

Pegando o gancho de um post anterior, quando o mesmo clama para si o título de aluno especial de Seu Lunga, tenho que concordar que há uma grande diferença entre ser grosso e ser objetivo. Claro que nosso amigo presidente deste blog nem sempre sabe dimensionar o tamanho do tolete na hora de fazer a cotação do cano. As vezes por um toletinho de nada, ele bota na conversa uma lapa de tubo mais grosso que GG 50 da Gerdau. Porém,confesso, que quem é vítima de tal empreitada, muitas vezes é porque pediu.

O difícil mesmo é convencer o cabra de que ele tá errado. Aí é onde o sabre queima a lâmpada (eu ia dizer onde a porca torce o rabo, mas como o dono do blog pensa que é nerd, e ainda por cima me chama de nerd, fiz uma analogia tosca do conhecido ditado popular "onde a porca torce o rabo", tendo em vista o nível de nerdice, também, dos desocupados que estão lendo, o que irá gerar um post mais adiante). Já participei de conversas (leia-se aqui discussões sem o menor sentido) com Eden, sobre os mais diversos assuntos. Pense na cachorrada, cada um que queira estar mais certo que o outro. O fato é que essas discussões são acompanhadas por poucas pessoas, pois é difícil encontrar quem tenha mais argumento que a gente. E quando alguém banca o engraçadinho, a gente é "Direto".

O objetivo desse post foi para colaborar com esse novo projeto, de um cara pelo qual tenho um enorme apreço. Coração maior que a cabeça dele (caralho, pense numa lapa de coração!), pessoa da melhor qualidade, às vezes é meio enrolado, mas dá pra aguentar. Desejo sucesso nesse espaço no qual tenho experiência de longa data. Espero que possa sempre contribuir com alguma coisa.

Sendo assim, finalizo esse textículo com um pequeno martelo para meu grande amigo:

Não pare agora, dê um passinho a frente.

Com uma cabeça de gigantes proporções
E um coração maior que o Brasil
Enrolado que só um carretel
Contando história é o campeão dos campeões
Por muito pouco não virou um delinquente
Não pare Eden, dê um passinho a frente.

Segundo ele conquista muitos corações
Mesmo careca e em formato de barril
Sortudo, amarrou-se com um pitéu
Uma gata com umas lapas de coxões
Ave Maria, era um horrível adolescente
Não pare Eden, dê um passinho a frente

É um cabra bom, pra dividir as emoções
Mas no CS só levava de fuzil
Menino santo nunca pisou num bordel
Na cabeça neurônios tem aos quaquilhões
Sou seu amigo, com certeza, para sempre
Não pare Eden, de um passinho a frente.

Abraços!

Marcel"

O homem e o pum

Poético o titulo, não? Não parece um titulo de João Ubaldo Ribeiro? Peço perdão aqueles que acham constrangedor, de pouca educação ou até mesmo nojento falar de pum (e, acredite, só estou chamando de pum em atenção às pessoas mais delicadas), mas me sinto compelido a discutir essa que uma das relações mais intensas da humanidade: a relação entre um homem e seu peido (pronto, falei).

Não é a toa que cunharam a máxima que diz que criança é como peido, só agüenta quem fez. Acredite que isso não partiu do fato dos pais TEREM de agüentar seu filhos (eu sou pai e falo de cátedra). Não, não é assim tão simples. No meu entender quem cunhou frase tão celebre teve um insigth ao perceber que o homem sempre agüenta o próprio peido. E mais, ele o faz com um orgulho quase cívico. Oras, se você agüenta cheirar os próprios gases,e se só você agüenta e ninguém mais, deve ter parecido uma relação muito próxima com crianças birrentas. A lógica é simples: quem fez agüenta. Mas eu me aprofundaria ainda mais no assunto.

Como já disse antes o homem não só agüenta o próprio peido como se orgulha dele. Quando alguem sente aquele borbulhar, aquele queimor nas beiras, aquele arrepio na nuca. Todo o aviso, a preparação. Vem bomba por aí. Ai, droga, aqui não, não tem ninguém por perto. Já suando, vai a sala ao lado, ninguém. Na sala do cafezinho. Todos saíram. Mas já? São 18h20. Os elevadores estarão cheios! Na ponta do pé, num balé suplicante entre um furico bicudo e uma mente maliciosa, vai seguindo. Chama o elevador. Quem observasse de longe agora pensaria ver uma dança. Um leve molejo de cintura. O elevador chega. Lotado. Opa, cabe mais um? Condenados, todos eles.

Ah, o elevador lotado. Agora. Não. Mais dois ou três andares. Além de disfarçar pode surgir outra vitima. Seu Ariovaldo, o coroa chato e narigudo entra sétimo andar. Narigudo. Segura o riso.

A pressão no retentor já está insuportável. Você relaxa um pouquinho. Analisa pra ver se vai ser mesmo do silencioso (de outra forma corre o risco de ser linchado). Hum, perfeito. Agora é só propiciar o perfeito controle do escapamento. Liberar mas não muito pra não apitar. Devagar e sempre. As vezes, num gesto irresponsável, colocamos mais força no final. Só pra ouvir aquele fuimmmmmmmmmmmmmmm de levinho, imperceptível para os outros mas que para o autor da façanha é quase como ouvir um filho falar papai pela primeira vez. Agora é fazer cara de parede e analisar as reações.

Alguém tosse. Uma senhora torce o nariz. Todos se viram e olham para o gordinho no canto (vítima preferida logo a frente da mulher feia e da criança). O gordinho faz a única coisa que podia, cara de quem não ta com a mão amarela, quase se desculpa por um peido que ele não deu (mas que queria ter dado). E o autor lá, cheio de orgulho, esperando o elevador chegar o térreo, todos se atropelem pra sair e ele poder subir de volta pro trabalho.

Desejo de todo mestre cuca domingueiro

Eu adoro cozinhar. Cozinhar MESMO. Experimentar novas receitas, descobrir sabores, fazer testes. Na maioria das vezes eu acerto e a comida fica muito gostosa. O problema é a bagunça na cozinha que deixo depois. Com a tábua Colander Cutting Board eu conseguiria minimizar o problema. Ela é feita de madeira e tem uma largura suficiente para ser apoiada na pia, basta cortar o alimento, empurrar para a peneira integrada e enxaguar. Por módicos U$ 76,50 você pode me presentear com ela!

Que tal aumentar o alcance de sua antena wireless?

No vídeo abaixo temos um tutorial ensinando a aumentar e melhorar o alcance de sua antena wirelles. O vídeo está em inglês mas dá pra entender sem muita dificuldade. Esse domingo vou fazer aqui nas minhas posto depois um update falando do resultado.



Vi no FHAZ

Inovar também é preciso

Ousadia e criatividade sempre, eu disse sempre, são boas ferramentas para fazer uma mensagem se destacar no meio de tanta poluição visual.

Pensando nisso a Leo Burnett de Chicago criou uma peça fantástica para divulgar que o café da manhã do McDonalds agora tem ovos frescos. Um ovo gigante que passa a maior parte do tempo fechado e, das 6 as 10h30 abre para mostrar sua mensagem, justamente a hora que a McDonalds serve seu café da manhã. Na gema lemos algo como "Ovos frescos diariamente". Show.

Aprendendo com o melhor


O MSN pipocou. “Eu sabia que você era fã de Lunga”, “Você deve é ser parente dele”, “Lunga é aprendiz perto de você”. Aí você me pergunta: “Eden, a turma ta te chamando de grosso, vai deixar por isso mesmo?”. Não, não vou. Vou confirmar.

Tá certo, não sou nenhum papel de seda, admito. Agora o que os nobres leitores tem de entender é que ser grosso é realmente uma arte. Não to falando aqui de bater na mulher, chutar o cachorro ou usar palavrão como quem deveria usar a vírgula. Falo de ser grosso com estilo. Agora a mulherada faz “Ahhhhhhhhhhhhh” e a macharada faz “issoooooooooo”. Mas é fato de que não costumo encontrar mulheres que utilizem sua grossura com charme e elegância. Mas sexismo a parte vamos ao que interessa.

O ser grosso em questão é ter a resposta certa, na hora certa, para aquela pergunta ou afirmação estúpida. É saber pontuar um momento com uma pérola de sabedoria só sua, uma observação cínica, ácida e mordaz, que, muitas vezes, prova o quão estúpidos são os outros. Qual a graça nisso? Ah, você tem que experimentar a sensação para saber.

Claro que as vezes abusamos de nosso poder ou posição. Meu filho, por exemplo. Filipe não ouve de seu amado pai advertências do tipo “Se não fizer isso vai ficar de castigo”, “se fizer isso vai ficar sem televisão”, “vai levar umas palmadas”. Vamos a algumas frase usadas para amansar minha fera e que me valeram o título de aprendiz de Lunga.

- vai apanhar com um gato morto até o gato miar.
- vai levar um cola brinco no escutador de novela.
- vai levar um tapão tão lascado no pé do ouvido que as duas orelhas vão ficar do mesmo lado da cabeça.
- vai levar um cascudo daqueles que vai fazer seu pescoço sumir e seu pinto aumentar.

Quando saio com uma dessa meus amigos travam de rir, minhas amigas ficam estupefatas me olhando como seu eu fosse um monstro. E o guri? Esse ri de morrer. Ele sabe que se trata de um acordo entre pai e filho. Eu exercito minha grossura, ele aprende com um dos melhores. Prova disso?

Um amigo meu, cujo o rosto na época parecia um cemitério de peixe, era a própria encarnação do ralador de coco, foi lá em casa pegar uma encomenda. Enquanto eu revirava minhas coisas Filipe chegou junto dele e eu tive o prazer de ouvir o seguinte diálogo:

- Eca, quanta espinha.
- Filipe, isso não se diz - eu interrompi.
- Oxe, painho, porquê? Ele não tem espelho em casa?
- Deixa, Eden. É, Filipe, eu to tomando um remédio pra isso – meu amigo tentou amenizar.
- Então mude que não ta adiantando de merda nenhuma.

É, ou não é para matar um pai de orgulho?

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Comentar é preciso.

Gente, confesso que sou leitor de blogs a anos e demorei muito pra perceber a importância dos comentários. É verdade que sabemos se estamos indo no caminho certo pelo aumento da visitação, por vermos nossos blogs linkados em sites e blogs de renome. Mas tenho certeza de que todo blogueiro quer mais que isso. Posso falar apenas por mim, é fato, mas imagino que todos queiram interagir mais com seus leitores. Dicas, opiniões, elogios e, principalmente críticas. As críticas, quando construtivas, tem caráter muito mais engrandecedor do que qualquer elogio. Elas nos fazem querer melhorar, elas nos fazem saber onde somos falhos.

Quando recebemos um comentário sabemos que alguém gostou tanto, ou não, de nosso texto que se importou em deixar sua opinião. Se realmente gostaram do que leram, se estão curtindo a linha editorial, comentem, me deixem saber. Lembrem que não escrevo pra mim, escrevo para vocês. Prometo responder a todos.

Seu Lunga é meu herói.

Pra quem não conhece seu Lunga, o que por si só é uma heresia das grandes, vou falar um pouco sobre este tão estimado senhor. Trata-se de uma figura já folclórica, cantado em verso e prosa, vivente lá pelas bandas de Juazeiro. De tão distinto o cabloco tem gente que não acredita que ele seja de carne e osso. E o que esse cabra tem de tão especial pra que o povo ache ele um espanto? Seu Lunga é conhecido como o homem mais grosso do mundo. mas quando digo grosso é grosso mesmo. Tanto que ser Lunga virou sinonimo de grossura em qualquer lugar que se tenha ouvido a história dele (com h mesmo).

Lunga é proprietário de uma bodega, que no interior é um tipo de mercadinho que vende de tudo um pouco. A um certo tempo atrás o fantástico tentou entrevistá-lo e o cinegrafista levou um cola brinco no escutador de novela. O jeito foi falar com a família. Segundo uma de suas filhas Seu Lunga não é tão grosso e quase tudo que se atribui a ele é lenda, conversa de bar. Quase tudo.

Um das histórias conta que Lunga tinha uma velha variant guardada na garagem de casa. Dizem que o velho lambia essa variant e a estimava mais que as próprias filhas. Estimava tanto que nem a tirava da garagem, pra não gastar. Um belo dia a prefeitura resolveu instalar o sistema de esgoto e com isso a rua subiria de nível algo em torno de meio metro. O problema é que a casa de seu Lunga, como é costume em muito interior, não tinha recuo algum. A garagem, apertada que só ela, mal abrigava a variant.

Os engenheiros não viram tanto problema. Seu Lunga tiraria a variant, a obra seria feita e junto com o nível da rua subiriam o nível da garagem. Parecia tudo resolvido. Parecia.

Pediram a seu Lunga que retirassem a variant, mas pediram daquele jeitinho com que o Dr. fala com o matuto. Vou vender o peixe que me venderam mas dizem que o diálogo que se seguiu foi mais ou menos assim:

- Pois é seu Lunga, o Sr. TEM de tirar o carro da garagem - falou o engenheiro gordinho, careca e suado.
- Tenho, ? - o velho coçou a cabeça sem nem mesmo tirar o chapéu.
- Tem sim, e tem que ser logo. - falou o engenheiro com toda autoridade que o diploma lhe permitia.

Lunga então gritou por uma das filhas.

- Meninaaaaaaaaaaaa, vem cá diacho, traz aí o Ipva do carro pra eu entregar aqui pro Dr.
- Ipva, mas pra...
- Se o sr. tá mandando eu tirar o carro da garagem deve de ser o dono dele, se é o dono dele tem que pagar o Ipva. - disse enquanto procurava pela filha.

Nessa hora o outro engenheiro interrompeu.

- Não seu Lunga, veja bem....
- E o Sr. é quem mesmo? - perguntou o velho Lunga ressabiado.
- Sou engenheiro também e...
- Eita que castigo só vem dobrado. E agora tão dando papel a qualquer um.

- Olhe, seu Lunga, estamos falando pro seu bem...
- O meu bem é minha velha e nem aqui ela tá.
- Assim o sr. está atrapalhando a obra da prefeitura! - disse o gordinho, já vermelho como a febre.
- E o Dr. está atrapalhando o meu cochilo.

- Seu lunga - tentou mediar o outro - se dermos prosseguimento na obra seu carro não vai mais poder sair da garagem!
- Pra um dr. o sr. é burro que nem uma peste. O sr. não percebeu que é justamente o que eu quero fazer? Deixar ele lá dentro. O sr. que está querendo tirar! E passa fora todos dois se não vão levar uma surra de cipó de boi!

E os engenheiros foram embora. E a rua subiu de nível. E a variant continua no mesmo lugar até hoje. E essa é uma das histórias confirmadas pela filha dele, e a variant foi filmada pelo Fantástico, lá, numa garagem que está meio metro abaixo do nível da rua, impossibilitada de sair. E tinindo de tão nova e lambida.

Por essas e outras que essa coluna vai existir em homenagem ao velho Lunga. Aqui vou relatar todas as lungadas que tiver conhecimento, de quem quer que tenha sido. Espero que todos contribuam enviando suas histórias por e-mail.

Tutoriais para retocar fotos

Muita gente imagina que os truques utilizados por revistas de moda, pela playboy e tantas outras publicações para retocar as fotos de seus modelos sejam complicados de se executar. São muito mais simples do que imaginam e com tutoriais explicadinhos fica ainda mais fácil.

Clique na foto para ir para um site onde você tem 70 tutoriais diferentes que cobrem pele mais uniforme, remoção de rugas, mudança na cor do cabelo, mudança na cor dos olhos, emagrecimento e muitas outras. Vale a pena dar uma olhada. O site é todo em inglês mas os tutoriais são bem intuitivos.






Olhe logo antes que suma.

A Chevrolet encontrou uma maneira diferente de divulgar o lançamento de seu novo compacto, o AVEO. Na Inglaterra, onde a ação foi realizada, uma placa foi produzida, com 6m de largura, onde a imagem do AVEO só exista por causa de 20.000 moedas de 1 centavo de libra.

Quando o público percebeu que as moedas eram reais levaram menos de uma hora para fazer o carro desaparecer completamente. Uma ação divertida que certamente gerou uma mídia espontânea única devido a seu buzz.





Propagandas nos anos 30.

Eramos mais diretos? Eramos mais prolixos? Eramos mais toscos? Acho que eramos apenas mais ingénuos.

Anões de jardim são coisas do passado.

Por essa Amelie Poulain não esperava. O designer britânico Alan Dickinson criou um novo, original e absurdamente geek enfeite de jardim. Um Zombie Garden Gnome, segundo ele, em tamanho real e pesando 26kg. Pela bagatela de U$ 90,00 você o receberá em três macabras peças. Aí é só posicionar estrategicamente e esperar a hora da sua avó ir regar o jardim. Ah, não esqueça de mandar o vídeo para o Youtube e nos mandar o link.


Rock Band 2 vem aí!


Primeiro a grande notícia: os instrumentos de Rock Band irão funcionar com o novo Guitar Hero (eba!). Segundo saiu a tracklist e o vídeo com o gameplay de Rock Band 2. Mais um presente para pedir ao Papai Noel. Em breve post sobre os jogos simuladores de instrumentos músicais.




1. AC/DC - Let There Be Rock
2. AFI - Girl’s Gone Grey
3. Alanis Morissette - You Oughta Know
4. Alice in Chains - Man in the Box
5. Allman Brothers - Ramblin’ Man
6. Avenged Sevenfold - Almost Easy
7. Bad Company - Shooting Star
8. Beastie Boys - So Whatcha Want
9. Beck - E-Pro
10. Bikini Kill - Rebel Girl
11. Billy Idol - White Wedding Pt. I
12. Blondie - One Way or Another
13. Bob Dylan - Tangled Up in Blue
14. Bon Jovi - Livin’ on a Prayer
15. Cheap Trick - Hello There
16. Devo - Uncontrollable Urge
17. Dinosaur Jr. - Feel the Pain
18. Disturbed - Down with the Sickness
19. Dream Theater - Panic Attack
20. Duran Duran - Hungry Like the Wolf
21. Elvis Costello - Pump It Up
22. Fleetwood Mac - Go Your Own Way
23. Foo Fighters - Everlong
24. Guns N’ Roses - Shackler’s Revenge
25. Interpol - PDA
26. Jane’s Addiction - Mountain Song
27. Jethro Tull - Aqualung
28. Jimmy Eat World - The Middle
29. Joan Jett - Bad Reputation
30. Journey - Anyway You Want It
31. Judas Priest - Painkiller
32. Kansas - Carry On Wayward Son
33. L7 - Pretend We’re Dead
34. Lacuna Coil - Our Truth
35. Linkin Park - One Step Closer
36. Lit - My Own Worst Enemy
37. Lush – De Luxe
38. Mastodon - Colony of Birchmen
39. Megadeth - Peace Sells
40. Metallica - Battery
41. Mighty Mighty Bosstones - Where’d You Go
42. Modest Mouse - Float On
43. Motorhead - Ace of Spades
44. Nirvana - Drain You
45. Norman Greenbaum - Spirit in the Sky
46. Panic at the Disco - Nine in the Afternoon
47. Paramore - That’s What You Get
48. Pearl Jam - Alive
49. Presidents of the USA - Lump
50. Rage Against the Machine - Testify
51. Ratt - Round & Round
52. Red Hot Chili Peppers - Give it Away
53. Rise Against - Give it All
54. Rush - The Trees
55. Silversun Pickups - Lazy Eye
56. Smashing Pumpkins - Today
57. Social Distortion - I Was Wrong
58. Sonic Youth - Teenage Riot
59. Soundgarden - Spoonman
60. Squeeze - Cool for Cats
61. Steely Dan - Bodhitsattva
62. Steve Miller Band - Rock’n Me
63. Survivor - Eye of the Tiger
64. System of a Down - Chop Suey
65. Talking Heads - Psycho Killer
66. Tenacious D - Master Exploder
67. Testament - Souls of Black
68. The Donnas - New Kid in School
69. The Go-Go’s - We Got the Beat
70. The Grateful Dead - Alabama Getaway
71. The Guess Who - American Woman
72. The Muffs - Kids in America
73. The Offspring - Come Out & Play
74. The Replacements - Alex Chilton
75. The Who - Pinball Wizard

Músicas Bônus
76. Abnormality - Visions
77. Anarchy Club - Get Clean
78. Bang Camaro - Night Lies
79. Breaking Wheel - Shoulder to the Plow
80. The Libyans - Neighborhood
81. The Main Drag - A Jagged Gorgeous Winter
82. Speck - Conventional Lover
83. The Sterns - Supreme Girl
84. That Handsome Devil - Rob the Prez-O-Dent

Clássicos dos games recriados no jogo SPORE

Spore (visite o site em portugês) é o novo jogo de Will Wright, criador da série The Sims. Um super simulador de vida onde, entre tantas outras funções, agora você pode criar ser personagem da forma que quiser. Para isso existe o Spore Creature Creator (que está disponível para download gratuito mas cuidado, é um destruidor de produtividade, viciante demais) onde você brinca de deus, criando uma nova raça da forma que quiser. Três olhos? pronto (vai ficar a cara da Sabrina Sato). Cheio de chifre? Pronto (alguém aí falou em Reginaldo Rossi? Não?! Suzana Vieira? Que maldade). Três pernas? Pronto (não, me recuso a comentar). A pele, a cor, o tipo de mãos, se tem ou não garras, é realmente impressionante, você tem de ver para crer.

Lançaram junto com o jogo a Sporopédia, um arquivo onde você pode mandar sua criação para que possa fazer parte do universo de Spore. Sucesso absoluto. Em poucos dias mais de um milhão de personagens já faziam parte da biblioteca. Claro que tivemos vários seres, como digamos, fálicos. Era óbvio que aconteceria. Mas entre tantos personagens fofinhos e toscos alguns jogadores estão desenvolvendo criaturas muito interessantes.

O pessoal da 1up.com publicou um arquivo com algumas das melhores criaturas baseadas em personagens do universo dos games. Aconselho demais uma olhada.




6 formas simples de ajudar o planeta

1. Não abra a torneira até estar REALMENTE pronto.
Hábito idiota e antiquado que muitos de nós temos (eu mesmo vou começar a me policiar). Quando queremos escovar nossos dentes, encher algo de água ou mesmo lavar um copo, costumamos abrir a torneira antes da escovam ou do copo estarem realmente sob a água. Tente lembrar de quantas e quantas vezes você fez isso (eu faço, ops, fazia todo dia). Vamos ser menos coíos e tentar nos controlar.

2. Pegue leve ao dirigir
É comprovado que uma das melhores formas de economizar combustível é dirigindo mais relaxado. Encoxar o carro da frente ou sentar o pé até o talo no acelerador aumentam em muito o consumo. Aqui pra nós, na maioria das vezes não há sentido algum em dirigir como o Pateta no antigo desenho de Disney sobre motoristas. Com o transito do jeito que está me nossas cidades relaxar vai não só ajudar você economicamente como vai melhorar sua saúde e ajudar o planeta.

3. Reutilize sacos de lixo
Calma, não estou pedindo para ninguém aqui virar o saco de lixo da cozinha ao avesso e botar de novo no lixinho. Mas já reparou que muitas vezes enchemos um saco de lixo de lixo seco (papel picado, folhas, etc..) damos um nó e jogamos onde? Onde? Em um saco de lixo maior! Despeje o lixo e reutilize o saco. Supondo que são pessoas inteligentes - se não for pode dar o fora e procurar outro blog - não acho necessário explicar que o PLÁSTICO DEMORA UMA ETERNIDADE PARA DE DESINTEGRAR.

4. Use funis.
É, isso mesmo, funis. Sabe o que é? Aquilo que o Homem de lata usa na cabeça na versão original do filme Mágico de Oz (Eden é cultura, hein?). Vai encher garrafas? Funil. Vai encher um tambor? Funil. A água desperdiçada nestas ações pode parecer pouca mas, acredite, fará diferença.

5. Não exagere no papel higiénico.
Bom, há duas formas de se resolver isso. A primeira é tentar não enrolar a mão numa verdadeira luva de boxe de papel ao se limpar. Não há necessidade disso. Tem gente que compra papel com perfume de pêssegos, hidratante e oito camadas. Você, com esse oritimbó tão chique e elegante, lembre que são OITO camadas. Para quê meio rolo de papel pra uma limpada? Quem você pensa que é, a mulher melancia? A outra forma é até mais simples: uma rolha (em alguns casos uma tampa de vidro de maionese). E aí, qual a que você escolhe?

6. Regue as raízes, não as folhas e flores.
Eu fico até constrangido de explicar isso a vocês. Supondo que são inteligentes - o quê é? Ainda por aqui? Já disse, se é burrinho vá procurar outro blog - sabem que as plantas se alimentam e se hidratam pelas raízes. Se não forem loucos sabem diferenciar água de luz solar. FOLHAS PRECISAM DE LUZ NÃO DE ÁGUA. E tem gente que não sabe porque a plantinha querida morre. Já pensou em regar a raiz? Enche as folhas de água que evapora sem nunca beneficiar a planta. Ou começa a fazer a coisa direito, e ajuda o planeta enquanto salva sua plantinha, ou compra um cacto.

Você queria um motivo para comprar um Wii?


Star Wars: Lightsaber Duels, essa é a bola da vez. Se a Lucas Arts cumprir o que prometeu todo Geek vai poder jogar utilizando um sabre de luz (o wiimote, o joystick sensível a movimentos do Wii). Serão diversos personagens do universo de Star Wars, com técnicas de luta e poderes diferentes. Diversão nerd garantida.




O jogo sai no fim do ano.

Falando daquilo que gosto


Quando pensei em escrever a primeira coluna sobre cinema encontrei um impasse. Em uma época de Wall-E, Hancock, Kung-fu Panda e Batman - cavaleiro da trevas, quem seria o merecedor da primeira resenha? E que tal revisitar os antigos clássicos? Mas a solução veio de forma tão simples quanto o dilema. Resolvi escrever sobre um filme que não é lançamento mas também não é tão antigo, um filme que eu tenha gostado muito, que tenha me marcado. Um filme que eu quero que vocês assistam. A escolha foi fácil, fácil demais.



ACROSS THE UNIVERSE ****

Across the Universe
EUA, 2007 - 131 min
Musical
Direção: Julie Taymor
Roteiro: Dick Clement e Ian La Frenais
Elenco: Evan Rachel Wood, Jim Sturgess, Joe Anderson, Dana Fuchs, Martin Luther, T.V. Carpio


Não esperem uma resenha isenta, é impossível. Eu sou fã confesso dos Beatles, sempre fui, sempre serei. Mas não acreditem que falaria bem do filme apenas por se tratar de um fã, não é isso. Digamos que ele ganharia uma estrela de brinde. Mas além de ser realmente muito bom - já começo entregando a resenha toda - ele é especial para mim, por isso a escolha.

Quando pensava nos outros milhares de fãs espalhados pelo mundo acreditava ser uma insanidade ninguém investir num musical com as músicas dos quatro rapazes de Liverpool. Após os filmes rodados durante a existência da banda (A Hard Day's Night, Help!, Magical Mistery Tour, Yellow Submarine e Let It Be) nada mais foi visto. Mas a espera valeu a pena, Across the Universe preenche esta lacuna de forma magistral.

O filme, que se passa nos anos 60, retrata uma história de amor entre um rapaz de Liverpool chamado Jude (Jim Sturgess) e uma jovem americana de nome Lucy (Evan Rachel Wood). Apesar da simplicidade do tema, do objetivo de mostrar o romance dos dois, o filme não se furta a fazer uma representação bem fiel daquela época. Colégio, faculdades, hippies, protesto, Vietnã, psicodelia. Está tudo ali. Jude sai de Liverpool em busca de saber mais sobre si e acaba encontrando-se com Max (Joe Anderson), irmão de Lucy. Max, anárquico e hedonista, convence Jude a se mudarem para Nova Iorque onde tentarão a vida na cidade "onde tudo acontece". A passagem dos três, e do resto dos personagens principais que vão se juntando ao grupo no decorrer da história, pelos momentos importantes dos anos 60 são marcados por canções dos Fab Four.

São 33 músicas dos Beatles cantadas pelo elenco, algumas em grupo, outras solo, todas mantendo a letra original. Os novos arranjos são excelentes e transmitem, com maestria, o sentimento do personagem no momento da canção. Tenho a audácia de dizer que alguns deles estão melhores que os originais. A escolha do elenco foi primorosa, todos excelentes cantores (Jim me surpreendeu) e atores competentes. A fotografia faz bem seu papel, deixando transparecer bem o momento de cada ator durante a cena. A produção altera momento de total lucidez cênica com devaneios psicodélicos, todos em seu devido lugar. O filme conta ainda com participações especiais de Bono (como hippie Dr. Robert cantando "I am The Walrus"), Joe Cocker (triplo papel de um cafetão, mendigo e hippie emprestando sua voz rouca para "Come Together"), Salma Hayek (dançando "Happiness is a Warm Gun" vestida de enfermeira) e do comediante Eddie Izzard (o apresentador do circo em "Being For the Benefit of Mr. Kite!")

O filme é indicado para todos aqueles que são fãs de musicais, dos Beatles ou que simplesmente querem um experiência cinematográfica diferente. A trilha sonora é um must have, daqueles que nunca devem sair de seu Ipod (sempre haverá um momento especial para uma delas). Um dica: assistam como eu assisti, com uma pessoa especial ao seu lado.

Para dar um gostinho ai vão alguns trechos do filme, com algumas das minhas versões preferidas.





Curiosidades

Os personagens foram batizados com nomes tirados de músicas dos Beatles, assim como o título original do filme.

Salma Hayek, que já trabalhou com a diretora Julie Taymor em Frida (2002), pediu para participar do filme, mesmo que fosse em um papel pequeno.

O personagem JoJo é uma referência a Jimi Hendrix, enquanto que Sadie é uma referência a Janis Joplin.

90% das canções foram gravadas ao vivo nos sets de filmagens, sem qualquer dublagem feita em estúdio durante a pós-produção.

A cena em que Evan Rachel Wood canta "If I Fell" foi gravada logo em sua 1ª tentativa.

Versões preliminares do roteiro previam a presença de um carcereiro chamado Sgt. Pepper, que seria seguido pela Sgt. Pepper Lonely Hearts Club Band. O personagem foi descartado na versão final do roteiro.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Mamãe Geek



Bom, quem vai ser a mãe da minha filha eu não sei mas uma coisa que sei é que ela certamente vai ganhar uma dessas de presente. E vai ter de usar!

Dá pra mim?


Se você, como eu, passa várias horas na frente do computador certamente precisa de um descanso de pulso. Agora se você, como eu, também é geek então não vai gostar de qualquer descanso de pulso.

Por apenas U$6,00 você adquire esse maravilhoso descanso de pulso com forma e, eita, textura de croissant.


O toque de seu celular é a sua cara.


Não aguento mais escutar celular tocando com a Dança do Quadrado, Amor de Gato, Beber até cair. Acredito realmente que o toque de seu celular fala um pouco de você. Tá, você é um cara engraçado e por isso colocou como toque "Solange, a gaga de ilhéus" (ver vídeo abaixo). Mas tá todo mundo usando? Hora de mudar.

Se você é um Geek aí vão 20 toques que você tem de ter.

Vi no Sendetário.

Dá pra mim?


Todo mundo que me conhece sabe que preciso de uma dessas...

Com vocês a maravilhosa SHIT BOX!

Vi no Sedentário.

Se você tem o metódo certo...

Quem disse que é difícil pegar bichinhos de pelúcia em maquinas de fliperama?


How To Beat The Claw Game - Watch more free videos

Isso que eu chamo de comer pelas beiradas.

Como diria o papagaio... "ENCOSTA A BUNDA NA PAREDE!"

Ê, bons tempos, hein?


O ano era 1991 e eu me encontrava com 16 aninhos de idade. Nesse ano meu lado nerd hibernou e eu havia me tornado um surfista. Isso, podem rir. Riam. Havia tentado aprender a surfar com prancha, ensinado por meu pai em Gaibú, mas não teve jeito. Carregar aquela prancha até a praia, ou pegar um ónibus com ela, era um martírio. Fora que meus companheiros de surf tinham manias estranhas como levar latas de leite moça (não, eu nem desconfiava que havia uma coisa chamada larica) para praia e abri-las na quilha de sua prancha com uma pancada forte e seca que acabava por deixar sua prancha "quilheta". Então comprei um BZ diamond, na época era o que havia de melhor, e caí no mar. Continuava devorando livros e gibis, continuava viciado em fliperama, continuava cinéfilo. Mas era um zero a esquerda quando se tratava de música. O que era estranho pois como nerd devia entender de música. Como surfista era um pecado não gostar de reggae, Man at Work e tantas bandas de surf music. Eu apenas não gostava de música. Mas algo mudou...

Minha chegava de uma viagem de Brasília. Conhecida por sua, digamos, capacidade de economizar dinheiro (um dom que eu gostaria muito de possuir) ela nunca foi de nos trazer presentes... eita, deixa eu achar uma forma delicada de dizer... presentes que nós, como crianças esperassemos alegremente. Pronto. Esperava ansioso por sua chegada mas não pensava no presente. Devia ser uma roupa fora de moda e em um número duas vezes maior, um porta-retratos ou algo do género. Quando ela chegou mal dei atenção ao pequeno embrulho, mais preocupado em enchê-la de beijos e saber como estavam as coisas na capital do pais. Acalmados os ânimos fui checar o presente. É, daquela vez ela havia me pego de surpresa.

Dentro da embalagem uma fita pirata de música (calma, não a crucifiquem, ela nem sabia que isso existia, apenas comprou uma fita genérica de música). Confesso que continuei sem muito animo apesar de surpreso. Música não era minha praia. Deixei a fita em cima da mesinha e fui jantar. Nem lembrava mais da fita até que, antes de dormir, fui abordado por aquela pergunta que todos os presentados temem: "Não gostou do presente?". Mil desculpas esfarrapadas depois vi que só me restava uma opção: ouvir a fita.

Eram 22h e eu estava só na imensa sala de estar. Coloquei a fita no toca-fitas, dei play e deitei no sofá enquanto lia o encarte com as músicas. A primeira era Faroeste Caboclo. Nove minutos de algo que me parecia uma história cantada. "Hum, história interessante... e não tem refrão...". Gostei mas ainda não foi ali que fui fisgado. Foi logo depois. A segunda faixa era "Tendo a lua", do, pra mim quase desconhecido, Paralamas do Sucesso - , o cara tinha tirado os óculos! Ali tudo começou a mudar. Ali eu comecei a gostar de música. Ali passei a concordar que o céu de Icáro tem mais poesia que o de Galileu.



E você, que música mudou sua vida?

terça-feira, 15 de julho de 2008

Jogo das silhuetas


Errei apenas um. Errei não, não conhecia mesmo. E você, quantas silhuetas de personagens de cartoons consegue identificar na imagem acima?

Uma discussão se ganha com bons argumentos, mesmo quando se trata de religião.


Eu adoro discutir. Hum, não ficou bom. Pera. Eu adoro debater! Isso, debater parece algo mais democrático (mesmo quando eu tenho sempre razão). Ao contrário da maioria eu gosto de discutir, ops, debater sobre religião, politica e futebol. Futebol eu evito, afinal não entendo patavinas, se insistir é apenas para chatear meu adversário, ops, interlocutor. Já o resto... ah, pode mandar que a conversa rende. Agora tudo tem hora e lugar.

Bom, antes de relatar o fato em si tenho que falar um pouco sobre minhas convicções religiosas. Calma que o papo não é tão chato. Sou católico por batismo mas passo longe da igreja. Acredito em Deus como uma força maior, um regente de energias, maestro celestial, por assim dizer. Não nesse Deus que fica sentado num trono, lançando raios, pragas e castigos. Um titereiro onipresente e onipotente. A vida depende de inúmeros fatores cujas variáveis tem que ser muito exatas, qualquer fuga acarretaria na nossa não existência. Não dá pra achar que somos frutos de uma imensa cadeia de coincidências. Deve haver Alguém por trás disso. Mas não quero converter ninguém, longe disso, se você prefere acreditar que foi feito do barro e um sr. de barbas brancas e um vestido brilhante soprou a vida em sua narina é problema seu. Esclarecida minha convicção vamos adiante.

Estava eu numa bodega chinesa - aquelas onde os donos apesar de viver no Brasil a décadas não falam nada de português e você tem certeza de que são coreanos, me preparando para almoçar. Um mal humor do cão. Eu de dieta e não há nada de divertido em comer salada enquanto as outras 5 pessoas na mesa comem Yakissoba. Eu estava lá, concentrado, fazendo meu papel de lagarta, tentando não sentir o cheiro da comida a minha volta quando ouvi "Ah, você sabia que Eden acredita que viemos do macaco?".

Ai. Eu, julgado ateu, arrodeado de 5 evangélicos. Levantei os olhos devagarinho esperando a resposta. "Coitadinho". As risadinhas de pena de minha pobre alma mortal que queimará de cabeça pra baixo sob os cascos do tinhoso tomaram o ambiente. É guerra? Deixa eu terminar meu mato, pera só.

- Eden, sério que você acredita que evoluimos todos dos macacos?
- Não, todos não.
- Ah, logo vi...
- Você não evoluiu porra nenhuma...

Um gordinho sentado na mesa do lado engasgou e botou a coca-cola pelo nariz. "Ateus 1 x Ceguinhos de Cristo 0".

Refeito do golpe a discussão começou com mais força. Eu defendia a evolução, eles o criacionismo. Eu falava de Big Bang, de Darwin, Cro-magnon. Eles falavam de Adão e Eva, dilúvio e Bíblia. Falei sobre as coincidências na figura cristica com vários outros deuses da antiguidade, sobre a manipulação dos romanos na montagem da Bíbila, sobre os evangelhos apócrifos. É, por mais que goste do assunto sei que é o tipo de discussão que não tem vencedor. Eis que surge nosso herói.

Um amigo nosso, matuto de São Vicente, senta a mesa. Alheio a discussão ele recolhe toda comida da mesa, inclusive o resto de minha salada, e faz um morro digno de registro fotográfico. Nesse momento um dos evangélicos resolve o chamar para a discussão, ops, debate.

- Betão, Eden acha que o homem evoluiu do macaco!
- É, acho mesmo, pior vocês que acham que o pastor tem o número do celular de Deus.

Betão esperou uns segundos, levantou a cabeça. Olhou pra gente e tomou uma garrafa de coca de um só gole. Deu um arrotinho e nos presenteou com toda sua sapiência.

- Eden, tu sabe porque a vaca, quando caga derrama aquela potoca enorme de merda e o bode, quando caga, derrama apenas algumas bolinhas?

Tentando imaginar a ligação com o assunto respondi com a verdade.

- Não, sei não.
- E você, você aí, crentaiada, vocês sabem?
- Não - foi unânime.

Betão deu uma garfada enorme, olhou pra gente e falou ainda de boca cheia.

- Você não entendem de merda e querem entender de DEUS?

É, contra um argumento desse até eu me dou por rendido. Garçom, a conta!

Recomendo a todos o vídeo abaixo. Não afirmo que se trate da algo real mas pesquisei e o embasamento existe. Ele não tenta desconstruir a imagem de Cristo, eles tentam provar a influência romana na história de Cristo. Assistam e comentem!







Chato, eu?!

Tem gente que diz que eu sou chato (oi Chris, oi Marcel), tem gente que diz que sou grosso (oi Alê, oi Alaíde, oi Mago), tem gente que diz que sou teimoso (oi Thiago), tem gente que diz que sou feio (oi GALERA). Mas, bom, ser chato, crítico, teimoso demanda tempo. Sim, tempo. Não é fácil você ser dono da verdade em tudo, saber sempre o outro lado - vulgarmente chamado de ser do contra. Eu me empenho nisso, sinceramente.

Brincadeiras a parte, ler o Imprensa Marrom é sempre uma excelente pedida pra aguçar seu senso crítico em relação as matérias que são divulgadas na mídia impressa, televisiva e digital. Escrito por Fernando Gouveia, que no blog assina como Gravataí Merengue, no blog ele dispara sua metralhadora contra políticos, empresário, jornaliSitesstas e qualquer um que "peque contra a verdade ou contra a gramática". Fernando não aceita rótulos, nem acredito que os mereça, e desce a lenha sem dó na esquerda ou na direita. Caiu na área? Penalti. Um "cavucador" nato, que sempre apresenta detalhes sórdidos de histórias que nunca veríamos na imprensa comum. Não perdoa ninguém. Isento sim, mas isento no que diz respeito as informações com que somos constantemente bombardeados porque Fernando deixa claro que no blog o leitor vai encontrar a opinião dele. "O meu papel é escrever o que penso. É isso que se espera de um blogueiro. O resto é pretensão de quem se acha autor, coisa do género.". É isso, Fernando, continuamos querendo "ouvir" o que você pensa.

Por sua isenção e pela coragem de levantar a voz quando outros se calam Fernando merece constar como destaque. Sem dúvida merece uma visita e o acompanhamento constante do blog. Se um dia você quiser se tornar um chato como eu esse é um detalhe fundamental.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Vamos voltar a usar luvas?


O título poderia muito bem ser algo como "os dedos engordurados dominarão o mundo!" (perdeu, Cerébro!). A tecnologia touchscreen chegou com tudo, não há como negar. Por mais tecnofóbico que alguém possa ser não pode deixar de olhar com curiosidade, e muitas vezes cobiça, ao ver alguem se divertindo deixando novas marcas engorduradas em seu Iphone ou Ipod Touch. Sério. Puxar um Iphone e ficar cutucando a tela em público equivale, hoje, a puxar um PT550 em público a 14 anos atrás. Você sacava (sim, era quase uma arma) aquele "raspador de gelo" e todo mundo ficava abismado: "Uau, ele deve ser muito $importante$ pra ter conseguido um desses!"

Para alguns trata-se apenas de uma "sacadinha" de São Jobs para vender mais. Muita gente alega preferir os minúsculos teclados de seus Blackberry, outros negam a usabilidade dizendo que é "complicado" usar o touchscreen. "E se a tela arranhar com todo esse vuco-vuco?", "Minha unha atrapalha a digitação na telinha", "Bonitinho mas ordinário". Ah, detratores, seu tempo está esgotando. Olhem só isso aqui:



Nessas horas meu lado publicitário chega quase a um orgasmo, seguido claro daquele sentimento tão natural: "Ah,droga, porque eu não fiz essa propaganda". Maldita inveja.

Com um comercial como esse a HP se lança, definitivamente, no mundo do touchscreen. O lançamento do HP Touchsmart promete algumas mudanças na forma como usamos e vemos o computador. São 22" de tela de LCD que utiliza diversas funções inteligentes para aumentar a usabilidade. Assim a HP adianta uma função que será nativa do próximo Windows e larga na frente, desbravando um novo mercado.




Trata-se de uma sra. máquina, um all-in-one potente e versátil (dêem uma olhada em aqui). Como geek que sou adicionei um deles a minha listinha de desejos e como publicitário, bem, como publicitário eu vejo muitas oportunidades para a tecnologia. Quem não gostaria de "brincar" com um desses? Se a loja onde compra roupas lhe dá acesso a algo assim, se permite a você experimentar uma inovação, se divertir MESMO, enquanto passeia, sacudindo os dedos para lá e para cá na tela, por sua coleção de inverno. Você escolhe a música que quer ouvir durante a compra e vai fazendo as combinações que quiser, na tela, apenas arrastando as roupas para um lado e para o outro. No canto da tela você tem, em tempo real, o valor de sua compra e as condições de pagamento (com destaque para aquele desconto maravilhoso). Uma experiência bem diferente, não? Você não consegue pensar em várias aplicações?

Ps. Se eu fosse um programador já teria mais algumas coisinhas a aprender.

O que acontece quando um agente secreto é demitido?


Burn Notice é uma grata surpresa. Quando li a primeira vez sobre a série, no Brasil transmitida pelo canal FX, fiquei intrigado com o plot. Um agente secreto americano, Michael Wester, muito bem interpretado por Jeffrey Donovan, descobre que foi "queimado" durante uma missão na Nigéria - o que dá origem ao titulo da série. Quando um espião é demitido ele recebe sua indenização, uma carta de referência e uma foto autografada do presidente dos EUA. É? Claro que não! Ele é posto na geladeira. Seus cartões de crédito, documentos, credenciais, contas, armas e gadgets são confiscados.


Michael é enviado pra Miami, onde é orientado a levar uma vida sem chamar muita atenção. Sem dinheiro, sem trabalho e sem saber quem o queimou, Michael conta com a ajuda de uma ex-namorada, Fionna, ex-operativa do IRA e completamente psicótica, e Sam, o divertidíssimo Bruce Campbell, um ex-fuzileiro naval e atual gigolo. Juntos, eles tentam ganhar a vida como agentes de segurança, investigadores e mercenários enquanto tentam descobrir porque Michael foi queimado.

Daí em diante o que vemos são diversas situações que colocam a prova todo treinamento de Michael onde ele não pode contar com o suporte do governo e seu dinheiro é tão ou mais contado que o meu e o seu. A série é narrada em primeira pessoa por isso o tempo todos somos agraciados com os insights de Michael para resolver os problemas. Dicas como "Se você for invadir a casa de alguém durante a madrugada esqueça essa coisa de roupa preta, máscara e andar furtivo. Apenas entre. Se for pego faça cara de idiota surpreso por estar na casa errada." são acompanhadas por cenas onde ele nos ensina como tirar do sério aquele agente secreto que está nos vigiando, usando todo seu lado MacGyver .

A série ainda está em sua primeira temporada no Brasil, que tem apenas 13 episódios, e merece ser acompanhada. Assista sem grandes pretenções e vai ver que é diversão garantida.